Gonçalo Cruz
Numero: 10, Turma A
Relatório da Aula
Aulas nº 31 e 32
10/11/09
No início da aula a professora fez a entrega dos testes de avaliação, que se seguiu da sua correcção e esclarecimentos de dúvidas. De seguida a professora definiu e mencionou o objectivo de aula, que seria reconhecer a acção humana como algo consciente, voluntário e intencional.
Em seguida corrigimos o trabalho de casa que era definir filosofia da acção, que se revelou ser uma área da filosofia que tem como principal objectivo compreender em que consiste uma acção humana. A aula prosseguiu com a correcção do restante trabalho de casa da página 18 do caderno de actividades, que consistia em colocarmos expressões/palavras numa tabela que distinguia “o que fazemos” em: actos voluntários e conscientes, que seriam aqueles que dependem da nossa vontade e que a nossa consciência acompanha (ex: ler um livro); involuntários e inconscientes, que seriam aqueles que são independentes da nossa vontade e a nossa mente não acompanha (ex: ressonar); e, por fim os actos involuntários e conscientes que são independentes da nossa vontade mas que a nossa consciência acompanha (ex: soluçar). Durante a correcção do trabalho de casa analisámos as páginas 54 e 55 do manual, que apresentavam a diferença entre os actos conscientes, inconscientes, involuntários e voluntários.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Educação Sexual
Sites propostos pelo Ministério da Educação para tratar a temática “Educação Sexual”.
http://www.topsaude.pt
www.aventurasocial.com
http://www.min-saude.pt/portal/conteudos/informacoes+uteis/saude+escolar/educacaosexual.htm
http://www.topsaude.pt
www.aventurasocial.com
http://www.min-saude.pt/portal/conteudos/informacoes+uteis/saude+escolar/educacaosexual.htm
o-mundo-e-nos
Olá Pastéis de Nata!
Convido-vos a visitar o Blog de um colega vosso:
www.o-mundo-e-nos.blogspot.com
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www.o-mundo-e-nos.blogspot.com
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Relatório das aulas 29 e 30
ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO
Escola D. MANUEL I
2009/2010
Filosofia - 10º ANO
RELATÓRIO DE AULA
Elaborado por:
Ana Adelaide Manzaca Baião
Nº 1
Turma A
Aulas nº 29 e 30
Data: 05/11/2009
Na aula de filosofia do dia 5 de Novembro de 2009, começámos por sumariar o seguinte: critérios de avaliação; Introdução ao estudo da filosofia da Acção. A professora começou então por fazer uma pequena abordagem sobre os critérios de avaliação, em que nos informou sobre como seríamos avaliados e o peso dos elementos na nossa avaliação. Uma vez esclarecidos, pudemos então delinear os objectivos de aula que consistiram em tomar consciência dos elementos da acção humana e compreender o que é a filosofia da acção.
Iniciámos o primeiro objectivo de aula com a leitura do texto 1 da página 51 do nosso manual que relata a notícia de um jornal sobre um jovem pai que se esqueceu de deixar a sua filha bebé no infantário quando ia para o trabalho, permanecendo a criança um dia inteiro dentro do carro, chegando ao fim já sem vida. De seguida respondemos a algumas questões do manual relativas ao mesmo texto, já da página 52, para assim podermos tomar consciencia dos elementos da acção humana.
A Professora questionou então se o acto do jovem pai foi deliberado e se houve intencionalidade, quer dizer, se houve uma finalidade, um objectivo. Se foi um acto consciente, voluntário, intencional e deliberado, então o sujeito foi o agente responsável. Se não foi deliberado, nem intencional, se foi um acto involuntário e inconsciente, pois foi independente da nossa vontade, então o sujeito seria vítima e não responsável pelo acto. Se o acto foi descuidado, imprudente e irreflectido, então o sujeito deve ser responsabilizado, ainda que não houvesse intenção, deliberação ou vontade de praticar o acto.
Uma vez concluido o primeiro objectivo de aula passámos ao segundo objectivo de aula- compreender o que é a filosofia da acção - que foi iniciado com a leitura do texto 2 da página 52 do manual. Da análise deste texto, concluímos que no contexto da filosofia da acção iremos abordar o problema da acção humana. Para o compreendermos enquanto tal, teremos que compreender os conceitos a ele associados: intencionalidade, voluntário, consciente, agente, responsabilidade, motivo, deliberação, decisão.
Concluímos a nossa aula com a compreensão da distinção entre o que fazemos e o que nos acontece. Exemplo do que fazemos: estudar para um teste. Exemplo de algo que acontece: falhar a tinta da caneta. Compreendemos então que no que fazemos somos agentes/actores, temos um papel activo. Por sua vez, o que acontece torna-nos meros receptores/espectadores, com papel passivo.
- O texto apresentava muitos erros ortográficos e algumas imprecisões na apresentação dos conteúdos
Escola D. MANUEL I
2009/2010
Filosofia - 10º ANO
RELATÓRIO DE AULA
Elaborado por:
Ana Adelaide Manzaca Baião
Nº 1
Turma A
Aulas nº 29 e 30
Data: 05/11/2009
Na aula de filosofia do dia 5 de Novembro de 2009, começámos por sumariar o seguinte: critérios de avaliação; Introdução ao estudo da filosofia da Acção. A professora começou então por fazer uma pequena abordagem sobre os critérios de avaliação, em que nos informou sobre como seríamos avaliados e o peso dos elementos na nossa avaliação. Uma vez esclarecidos, pudemos então delinear os objectivos de aula que consistiram em tomar consciência dos elementos da acção humana e compreender o que é a filosofia da acção.
Iniciámos o primeiro objectivo de aula com a leitura do texto 1 da página 51 do nosso manual que relata a notícia de um jornal sobre um jovem pai que se esqueceu de deixar a sua filha bebé no infantário quando ia para o trabalho, permanecendo a criança um dia inteiro dentro do carro, chegando ao fim já sem vida. De seguida respondemos a algumas questões do manual relativas ao mesmo texto, já da página 52, para assim podermos tomar consciencia dos elementos da acção humana.
A Professora questionou então se o acto do jovem pai foi deliberado e se houve intencionalidade, quer dizer, se houve uma finalidade, um objectivo. Se foi um acto consciente, voluntário, intencional e deliberado, então o sujeito foi o agente responsável. Se não foi deliberado, nem intencional, se foi um acto involuntário e inconsciente, pois foi independente da nossa vontade, então o sujeito seria vítima e não responsável pelo acto. Se o acto foi descuidado, imprudente e irreflectido, então o sujeito deve ser responsabilizado, ainda que não houvesse intenção, deliberação ou vontade de praticar o acto.
Uma vez concluido o primeiro objectivo de aula passámos ao segundo objectivo de aula- compreender o que é a filosofia da acção - que foi iniciado com a leitura do texto 2 da página 52 do manual. Da análise deste texto, concluímos que no contexto da filosofia da acção iremos abordar o problema da acção humana. Para o compreendermos enquanto tal, teremos que compreender os conceitos a ele associados: intencionalidade, voluntário, consciente, agente, responsabilidade, motivo, deliberação, decisão.
Concluímos a nossa aula com a compreensão da distinção entre o que fazemos e o que nos acontece. Exemplo do que fazemos: estudar para um teste. Exemplo de algo que acontece: falhar a tinta da caneta. Compreendemos então que no que fazemos somos agentes/actores, temos um papel activo. Por sua vez, o que acontece torna-nos meros receptores/espectadores, com papel passivo.
- O texto apresentava muitos erros ortográficos e algumas imprecisões na apresentação dos conteúdos
domingo, 8 de novembro de 2009
Relatório das aulas 25 e 26
ESCOLA SECUNDÁRIA D. MANUEL I
ANO LECTIVO 2009/2010
FILOSOFIA – 10º ANO
André Martins
Nº3, 10º A
RELATÓRIO DE AULA
Aulas números 25 e 26 29 de Outubro de 2009
A professora iniciou a aula fazendo algumas rectificações aos aspectos gerais do trabalho de reflexão escrita sobre “o mito da caverna”, nomeadamente o dia de entrega e o espaçamento entre linhas, passando assim o dia de entrega para dia 5 de Novembro de 2009 e o espaçamento entre linhas para simples.
Passámos de seguida à leitura de textos da página 24 do manual sobre a radicalidade e universalidade das questões filosóficas. As questões filosóficas têm que ser radicais porque questionam a raiz, as bases, ou a razão de ser da realidade. As questões filosóficas são universais porque dizem respeito a todos os seres humanos.
De seguida a professora leu o relatório da aula anterior, realizado por o meu colega André Guerreiro.
Depois, a professora passou à correcção do trabalho de casa que era caracterizar questões como filosóficas ou não filosóficas, justificando.
Depois da correcção do trabalho de casa, lemos e analisámos um excerto do livro Elementos básicos da filosofia de warburton onde o problema principal é “Porquê estudar filosofia?”. Algumas pessoas acham que é inútil estudar filosofia, pois consideram que os filósofos não contribuem para a sociedade e que estudar filosofia pode até ser perigoso, pois podemos nos perder nos ínfimos caminhos da filosofia, deixando de ser capaz de realizar as tarefas mais práticas do quotidiano. Mas também há argumentos a favor do estudo da filosofia. Por exemplo, os filósofos acreditam que todas as pessoas devem reflectir sobre as questões filosóficas e também fazer uma revisão aos princípios e valores que orientam a sua vida. Outra razão para estudar filosofia é que “ensina a pensar” sobre os mais variadíssimos assuntos, as pessoas que praticam a filosofia aplicam esses conhecimentos em profissões ditas “normais”, como o direito, a informática e o jornalismo, pois nessas profissões é preciso saber argumentar, uma prática que evolui com o estudo da filosofia.
Ainda outra justificação para estudar filosofia é o facto de, para algumas pessoas, esta actividade dar um prazer enorme.
Depois de analisarmos o texto filosófico, a professora disse-nos como seria a estrutura do teste. O teste vai ser formado por um primeiro grupo de escolha múltipla, depois por um grupo de respostas curtas e um terceiro grupo com uma questão de desenvolvimento (um comentário de texto).
Para terminar a aula, a professora esclareceu as dúvidas que os alunos tinham.
- Está um bom relatório, apesar de algumas imprecisões na apresentação dos conteúdos.
ANO LECTIVO 2009/2010
FILOSOFIA – 10º ANO
André Martins
Nº3, 10º A
RELATÓRIO DE AULA
Aulas números 25 e 26 29 de Outubro de 2009
A professora iniciou a aula fazendo algumas rectificações aos aspectos gerais do trabalho de reflexão escrita sobre “o mito da caverna”, nomeadamente o dia de entrega e o espaçamento entre linhas, passando assim o dia de entrega para dia 5 de Novembro de 2009 e o espaçamento entre linhas para simples.
Passámos de seguida à leitura de textos da página 24 do manual sobre a radicalidade e universalidade das questões filosóficas. As questões filosóficas têm que ser radicais porque questionam a raiz, as bases, ou a razão de ser da realidade. As questões filosóficas são universais porque dizem respeito a todos os seres humanos.
De seguida a professora leu o relatório da aula anterior, realizado por o meu colega André Guerreiro.
Depois, a professora passou à correcção do trabalho de casa que era caracterizar questões como filosóficas ou não filosóficas, justificando.
Depois da correcção do trabalho de casa, lemos e analisámos um excerto do livro Elementos básicos da filosofia de warburton onde o problema principal é “Porquê estudar filosofia?”. Algumas pessoas acham que é inútil estudar filosofia, pois consideram que os filósofos não contribuem para a sociedade e que estudar filosofia pode até ser perigoso, pois podemos nos perder nos ínfimos caminhos da filosofia, deixando de ser capaz de realizar as tarefas mais práticas do quotidiano. Mas também há argumentos a favor do estudo da filosofia. Por exemplo, os filósofos acreditam que todas as pessoas devem reflectir sobre as questões filosóficas e também fazer uma revisão aos princípios e valores que orientam a sua vida. Outra razão para estudar filosofia é que “ensina a pensar” sobre os mais variadíssimos assuntos, as pessoas que praticam a filosofia aplicam esses conhecimentos em profissões ditas “normais”, como o direito, a informática e o jornalismo, pois nessas profissões é preciso saber argumentar, uma prática que evolui com o estudo da filosofia.
Ainda outra justificação para estudar filosofia é o facto de, para algumas pessoas, esta actividade dar um prazer enorme.
Depois de analisarmos o texto filosófico, a professora disse-nos como seria a estrutura do teste. O teste vai ser formado por um primeiro grupo de escolha múltipla, depois por um grupo de respostas curtas e um terceiro grupo com uma questão de desenvolvimento (um comentário de texto).
Para terminar a aula, a professora esclareceu as dúvidas que os alunos tinham.
- Está um bom relatório, apesar de algumas imprecisões na apresentação dos conteúdos.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Correcção do 1º teste
Escola Secundária com 3º ciclo D. Manuel I - Beja
Ano lectivo 2009 / 2010
FILOSOFIA
10º Ano, turma A
Correcção do 1º Teste de Avaliação – 3 Nov 2008
Grupo I
(5 pontos cada = 40 pontos)
1. E
2. G
3. E
4. E
5. C
6. A
7. F
8. B
Grupo II
1. Diz-se que a filosofia nasceu do ócio porque a filosofia é uma actividade que requer tempo e disponibilidade para reflectirmos. (5 pontos) Ora, esta actividade teve a sua origem histórica na antiga sociedade grega, na qual os cidadãos não tinham que trabalhar, uma vez que se tratava de uma sociedade esclavagista. (15 pontos)
2. Esta célebre afirmação de Sócrates transmite a ideia de que o filósofo é sábio na medida em que admite a sua ignorância. (10 pontos) É mais sábio admitir-se que não se sabe do que viver na ilusão de que se sabe tudo. Esta atitude foi mais tarde designada de ‘douta ignorância’. (10 pontos)
3.1. Formulação correcta de um problema adequado ao tema. Por exemplo, “Devem as touradas de morte ser proibidas?” (5 pontos)
3.2. Correcta apresentação de tese e antítese, que sejam respostas adequadas ao problema formulado. Por exemplo, “As touradas de morte devem ser proibidas” e “As touradas de morte não devem ser proibidas” (2,5 + 2,5 pontos)
3.3. Cada argumento, apresentado de uma forma clara, forte e adequada à tese em causa, valerá 10 pontos. (2x10 pontos)
4. Cada uma das questões apresentadas, sendo claramente do domínio ético e correctamente formulada, valerá 5 pontos. (2 x 5 pontos)
5. Trata-se de uma questão filosófica porque importa a toda a humanidade (5 pontos), porque mantém o seu valor ao longo dos tempos (5 pontos), porque é um problema não solucionado (5 pontos) e porque questiona os fundamentos da nossa realidade. (5 pontos)
Grupo III
(60 pontos)
Introdução (5 pontos)
Desenvolvimento (40 pontos)
- Correcta interpretação do conteúdo do texto
- Aplicação correcta de conteúdos leccionados
Conclusão (15 pontos)
Ano lectivo 2009 / 2010
FILOSOFIA
10º Ano, turma A
Correcção do 1º Teste de Avaliação – 3 Nov 2008
Grupo I
(5 pontos cada = 40 pontos)
1. E
2. G
3. E
4. E
5. C
6. A
7. F
8. B
Grupo II
1. Diz-se que a filosofia nasceu do ócio porque a filosofia é uma actividade que requer tempo e disponibilidade para reflectirmos. (5 pontos) Ora, esta actividade teve a sua origem histórica na antiga sociedade grega, na qual os cidadãos não tinham que trabalhar, uma vez que se tratava de uma sociedade esclavagista. (15 pontos)
2. Esta célebre afirmação de Sócrates transmite a ideia de que o filósofo é sábio na medida em que admite a sua ignorância. (10 pontos) É mais sábio admitir-se que não se sabe do que viver na ilusão de que se sabe tudo. Esta atitude foi mais tarde designada de ‘douta ignorância’. (10 pontos)
3.1. Formulação correcta de um problema adequado ao tema. Por exemplo, “Devem as touradas de morte ser proibidas?” (5 pontos)
3.2. Correcta apresentação de tese e antítese, que sejam respostas adequadas ao problema formulado. Por exemplo, “As touradas de morte devem ser proibidas” e “As touradas de morte não devem ser proibidas” (2,5 + 2,5 pontos)
3.3. Cada argumento, apresentado de uma forma clara, forte e adequada à tese em causa, valerá 10 pontos. (2x10 pontos)
4. Cada uma das questões apresentadas, sendo claramente do domínio ético e correctamente formulada, valerá 5 pontos. (2 x 5 pontos)
5. Trata-se de uma questão filosófica porque importa a toda a humanidade (5 pontos), porque mantém o seu valor ao longo dos tempos (5 pontos), porque é um problema não solucionado (5 pontos) e porque questiona os fundamentos da nossa realidade. (5 pontos)
Grupo III
(60 pontos)
Introdução (5 pontos)
Desenvolvimento (40 pontos)
- Correcta interpretação do conteúdo do texto
- Aplicação correcta de conteúdos leccionados
Conclusão (15 pontos)
Eu e os meus irmãos
http://sic.sapo.pt/online/video/informacao/Reportagem+SIC/2009/10/eu-e-os-meus-irmaos.htm
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