O vídeo “O Mito da Caverna” expõe resumidamente a ideia do célebre filósofo Platão acerca da condição do ser humano e da forma como este encara a realidade e o conhecimento. Apesar de muitos julgarem que a famosa e tão antiga alegoria da caverna já não se aplica aos dias de hoje, o facto é que muitos dos males que minam a sociedade moderna parecem exactamente reflectir o contínuo aprisionamento do Homem nessa obscura caverna. Afinal, terá o Homem conseguido libertar-se totalmente das correntes que o prendiam à caverna da ignorância? É a resposta a esta pergunta que este vídeo se propõe a encontrar, através de imagens reais e chocantes, que nos obrigam a fazer uma reflexão interior sobre a nossa formação enquanto seres humanos e sobre a sociedade que tão egoistamente temos vindo a construir.
Na Grécia Antiga, Platão julgava, metaforicamente, que todos os homens viviam presos no interior de uma caverna, virados de costas para a entrada, donde podiam apenas contemplar a parede que se erguia à sua frente. Atrás deles, havia um muro alto, por cima do qual eram colocados diversos objectos e, atrás desse muro, ardia uma enorme fogueira que projectava trémulas sombras dos objectos na parede da caverna. Assim, a visão dos homens sobre a realidade resumia-se a um simples teatro de sombras que, para eles, era tudo o que existia. Esta alegoria mostra-nos então como as pessoas se podem tornar ignorantes e alheadas do mundo real se viverem enquistadas na sombra com a sua limitada compreensão da realidade.
Com o evoluir dos tempos, supunha-se que o Homem tinha finalmente conseguido quebrar as correntes da ignorância e saído da tenebrosa caverna que lhe ocultava a visão do mundo real. Através do seu conhecimento, sabedoria e persistência, o Homem vencera muitos dos seus medos e vislumbrara, pela primeira vez, os reais objectos que originavam as turvas sombras. Tornava-se assim um homem livre e não um mero espectador que tão submissamente assistia ao teatro que lhe apresentavam.
Porém, a sociedade moderna em que vivemos actualmente não parece reflectir essa suposta liberdade adquirida. Num mundo em que os media exercem um papel cada vez mais importante na vida da sociedade e de cada um, a nossa liberdade afigura-se cada vez mais escassa. A televisão, as revistas, a internet bombardeiam-nos constantemente com publicidade sobre o que devemos consumir, ser e fazer. Todos os meios são usados para nos incutir uma visão distorcida da dura realidade que se pretende esconder. Nos países desenvolvidos, as pessoas sonham com mansões de luxo, carros topo de gama, roupas de marca e vidas perfeitas como as que os famosos iludem ter. Os media tentam deste modo “formatar” as mentes das pessoas, levando-as a consumir o que pretendem e tornando-as extremamente egoístas, obcecadas com a sua própria riqueza e comodidade.
Como fruto desta violenta intervenção, nasce então uma sociedade consumista e cruel, que se assemelha a uma gigantesca caverna que nos cega com a sua abundância de sombras. No exterior desta caverna, onde reina a ambição e o dinheiro, há um mundo de guerras, violência, miséria humana. Um mundo onde milhares de pessoas morrem esfomeadas, onde guerras sangrentas matam outros milhares de inocentes, onde enormes incêndios destroem vastas áreas de terreno. Tudo isto devido a uma ambição desmedida e sem escrúpulos dos mais poderosos, que desejam escravizar humilhantemente os pobres, para poderem enriquecer e exercer o poder que tanto os fascina.
Estes poderosos preferem que todos nós continuemos presos na caverna que eles e os seus media criaram, ignorando a sociedade desigual e bárbara que nos rodeia. Contudo, não nos podemos deixar ofuscar por esta alienação e histeria colectiva, permitindo que se desenvolva um mundo com profundas assimetrias, onde o flagelo humano é uma constante. Assim, só teremos maior liberdade quando conseguirmos escapar à influência dos media e então reflectir sobre os graves problemas que tão passivamente temos vindo a deixar que se desenvolvam no mundo real, exterior à caverna.
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segunda-feira, 23 de novembro de 2009
domingo, 8 de novembro de 2009
Relatório das aulas 25 e 26
ESCOLA SECUNDÁRIA D. MANUEL I
ANO LECTIVO 2009/2010
FILOSOFIA – 10º ANO
André Martins
Nº3, 10º A
RELATÓRIO DE AULA
Aulas números 25 e 26 29 de Outubro de 2009
A professora iniciou a aula fazendo algumas rectificações aos aspectos gerais do trabalho de reflexão escrita sobre “o mito da caverna”, nomeadamente o dia de entrega e o espaçamento entre linhas, passando assim o dia de entrega para dia 5 de Novembro de 2009 e o espaçamento entre linhas para simples.
Passámos de seguida à leitura de textos da página 24 do manual sobre a radicalidade e universalidade das questões filosóficas. As questões filosóficas têm que ser radicais porque questionam a raiz, as bases, ou a razão de ser da realidade. As questões filosóficas são universais porque dizem respeito a todos os seres humanos.
De seguida a professora leu o relatório da aula anterior, realizado por o meu colega André Guerreiro.
Depois, a professora passou à correcção do trabalho de casa que era caracterizar questões como filosóficas ou não filosóficas, justificando.
Depois da correcção do trabalho de casa, lemos e analisámos um excerto do livro Elementos básicos da filosofia de warburton onde o problema principal é “Porquê estudar filosofia?”. Algumas pessoas acham que é inútil estudar filosofia, pois consideram que os filósofos não contribuem para a sociedade e que estudar filosofia pode até ser perigoso, pois podemos nos perder nos ínfimos caminhos da filosofia, deixando de ser capaz de realizar as tarefas mais práticas do quotidiano. Mas também há argumentos a favor do estudo da filosofia. Por exemplo, os filósofos acreditam que todas as pessoas devem reflectir sobre as questões filosóficas e também fazer uma revisão aos princípios e valores que orientam a sua vida. Outra razão para estudar filosofia é que “ensina a pensar” sobre os mais variadíssimos assuntos, as pessoas que praticam a filosofia aplicam esses conhecimentos em profissões ditas “normais”, como o direito, a informática e o jornalismo, pois nessas profissões é preciso saber argumentar, uma prática que evolui com o estudo da filosofia.
Ainda outra justificação para estudar filosofia é o facto de, para algumas pessoas, esta actividade dar um prazer enorme.
Depois de analisarmos o texto filosófico, a professora disse-nos como seria a estrutura do teste. O teste vai ser formado por um primeiro grupo de escolha múltipla, depois por um grupo de respostas curtas e um terceiro grupo com uma questão de desenvolvimento (um comentário de texto).
Para terminar a aula, a professora esclareceu as dúvidas que os alunos tinham.
- Está um bom relatório, apesar de algumas imprecisões na apresentação dos conteúdos.
ANO LECTIVO 2009/2010
FILOSOFIA – 10º ANO
André Martins
Nº3, 10º A
RELATÓRIO DE AULA
Aulas números 25 e 26 29 de Outubro de 2009
A professora iniciou a aula fazendo algumas rectificações aos aspectos gerais do trabalho de reflexão escrita sobre “o mito da caverna”, nomeadamente o dia de entrega e o espaçamento entre linhas, passando assim o dia de entrega para dia 5 de Novembro de 2009 e o espaçamento entre linhas para simples.
Passámos de seguida à leitura de textos da página 24 do manual sobre a radicalidade e universalidade das questões filosóficas. As questões filosóficas têm que ser radicais porque questionam a raiz, as bases, ou a razão de ser da realidade. As questões filosóficas são universais porque dizem respeito a todos os seres humanos.
De seguida a professora leu o relatório da aula anterior, realizado por o meu colega André Guerreiro.
Depois, a professora passou à correcção do trabalho de casa que era caracterizar questões como filosóficas ou não filosóficas, justificando.
Depois da correcção do trabalho de casa, lemos e analisámos um excerto do livro Elementos básicos da filosofia de warburton onde o problema principal é “Porquê estudar filosofia?”. Algumas pessoas acham que é inútil estudar filosofia, pois consideram que os filósofos não contribuem para a sociedade e que estudar filosofia pode até ser perigoso, pois podemos nos perder nos ínfimos caminhos da filosofia, deixando de ser capaz de realizar as tarefas mais práticas do quotidiano. Mas também há argumentos a favor do estudo da filosofia. Por exemplo, os filósofos acreditam que todas as pessoas devem reflectir sobre as questões filosóficas e também fazer uma revisão aos princípios e valores que orientam a sua vida. Outra razão para estudar filosofia é que “ensina a pensar” sobre os mais variadíssimos assuntos, as pessoas que praticam a filosofia aplicam esses conhecimentos em profissões ditas “normais”, como o direito, a informática e o jornalismo, pois nessas profissões é preciso saber argumentar, uma prática que evolui com o estudo da filosofia.
Ainda outra justificação para estudar filosofia é o facto de, para algumas pessoas, esta actividade dar um prazer enorme.
Depois de analisarmos o texto filosófico, a professora disse-nos como seria a estrutura do teste. O teste vai ser formado por um primeiro grupo de escolha múltipla, depois por um grupo de respostas curtas e um terceiro grupo com uma questão de desenvolvimento (um comentário de texto).
Para terminar a aula, a professora esclareceu as dúvidas que os alunos tinham.
- Está um bom relatório, apesar de algumas imprecisões na apresentação dos conteúdos.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Correcção do 1º teste
Escola Secundária com 3º ciclo D. Manuel I - Beja
Ano lectivo 2009 / 2010
FILOSOFIA
10º Ano, turma A
Correcção do 1º Teste de Avaliação – 3 Nov 2008
Grupo I
(5 pontos cada = 40 pontos)
1. E
2. G
3. E
4. E
5. C
6. A
7. F
8. B
Grupo II
1. Diz-se que a filosofia nasceu do ócio porque a filosofia é uma actividade que requer tempo e disponibilidade para reflectirmos. (5 pontos) Ora, esta actividade teve a sua origem histórica na antiga sociedade grega, na qual os cidadãos não tinham que trabalhar, uma vez que se tratava de uma sociedade esclavagista. (15 pontos)
2. Esta célebre afirmação de Sócrates transmite a ideia de que o filósofo é sábio na medida em que admite a sua ignorância. (10 pontos) É mais sábio admitir-se que não se sabe do que viver na ilusão de que se sabe tudo. Esta atitude foi mais tarde designada de ‘douta ignorância’. (10 pontos)
3.1. Formulação correcta de um problema adequado ao tema. Por exemplo, “Devem as touradas de morte ser proibidas?” (5 pontos)
3.2. Correcta apresentação de tese e antítese, que sejam respostas adequadas ao problema formulado. Por exemplo, “As touradas de morte devem ser proibidas” e “As touradas de morte não devem ser proibidas” (2,5 + 2,5 pontos)
3.3. Cada argumento, apresentado de uma forma clara, forte e adequada à tese em causa, valerá 10 pontos. (2x10 pontos)
4. Cada uma das questões apresentadas, sendo claramente do domínio ético e correctamente formulada, valerá 5 pontos. (2 x 5 pontos)
5. Trata-se de uma questão filosófica porque importa a toda a humanidade (5 pontos), porque mantém o seu valor ao longo dos tempos (5 pontos), porque é um problema não solucionado (5 pontos) e porque questiona os fundamentos da nossa realidade. (5 pontos)
Grupo III
(60 pontos)
Introdução (5 pontos)
Desenvolvimento (40 pontos)
- Correcta interpretação do conteúdo do texto
- Aplicação correcta de conteúdos leccionados
Conclusão (15 pontos)
Ano lectivo 2009 / 2010
FILOSOFIA
10º Ano, turma A
Correcção do 1º Teste de Avaliação – 3 Nov 2008
Grupo I
(5 pontos cada = 40 pontos)
1. E
2. G
3. E
4. E
5. C
6. A
7. F
8. B
Grupo II
1. Diz-se que a filosofia nasceu do ócio porque a filosofia é uma actividade que requer tempo e disponibilidade para reflectirmos. (5 pontos) Ora, esta actividade teve a sua origem histórica na antiga sociedade grega, na qual os cidadãos não tinham que trabalhar, uma vez que se tratava de uma sociedade esclavagista. (15 pontos)
2. Esta célebre afirmação de Sócrates transmite a ideia de que o filósofo é sábio na medida em que admite a sua ignorância. (10 pontos) É mais sábio admitir-se que não se sabe do que viver na ilusão de que se sabe tudo. Esta atitude foi mais tarde designada de ‘douta ignorância’. (10 pontos)
3.1. Formulação correcta de um problema adequado ao tema. Por exemplo, “Devem as touradas de morte ser proibidas?” (5 pontos)
3.2. Correcta apresentação de tese e antítese, que sejam respostas adequadas ao problema formulado. Por exemplo, “As touradas de morte devem ser proibidas” e “As touradas de morte não devem ser proibidas” (2,5 + 2,5 pontos)
3.3. Cada argumento, apresentado de uma forma clara, forte e adequada à tese em causa, valerá 10 pontos. (2x10 pontos)
4. Cada uma das questões apresentadas, sendo claramente do domínio ético e correctamente formulada, valerá 5 pontos. (2 x 5 pontos)
5. Trata-se de uma questão filosófica porque importa a toda a humanidade (5 pontos), porque mantém o seu valor ao longo dos tempos (5 pontos), porque é um problema não solucionado (5 pontos) e porque questiona os fundamentos da nossa realidade. (5 pontos)
Grupo III
(60 pontos)
Introdução (5 pontos)
Desenvolvimento (40 pontos)
- Correcta interpretação do conteúdo do texto
- Aplicação correcta de conteúdos leccionados
Conclusão (15 pontos)
domingo, 25 de outubro de 2009
Relatório das aulas 21 e 22
ESCOLA SECUNDÁRIA D. MANUEL I – BEJA
2009-2010
Disciplina de Filosofia - 10º ano
_______________________________________________________________
André Filipe Pereira Guerreiro
Número: 29 Turma A
Relatório de aula
Aulas número 21 e 22
22 de Outubro
Como realizado habitualmente no início de cada aula de filosofia, foi feita por parte da professora a leitura do relatório da aula anterior. De seguida foram propostos, por parte da mesma, os seguintes objectivos de aula: identificar as diferentes áreas de questionação filosófica, distinguir questões filosóficas de questões não filosóficas e caracterizar questões filosóficas.
No cumprimento do primeiro objectivo, foi feita a correcção do trabalho de casa, sendo tiradas também algumas dúvidas acerca do mesmo (áreas de questionação filosófica). Na filosofia existem várias áreas de questionação filosófica, irei agora referi-las e também os seus domínios, juntamente com alguns exemplos.
Essas áreas são: a lógica que estuda a forma do pensamento e do discurso; a metafísica que estuda os seres não materiais (Deus e a alma); a cosmologia no estudo da origem e estrutura do Universo; a ontologia que estuda o ser e a realidade; a gnosiologia no estudo do conhecimento em geral; a epistemologia que estuda a ciência; a filosofia da religião no estudo do sagrado e do divino; a estética que estuda a beleza e a arte; a ética que se dedica ao estudo do bem, da justiça, da responsabilidade, da moral, da liberdade; a axiologia no estudo dos valores; a filosofia social e política que estuda a vida em sociedade; anthropos é uma palavra que para os gregos significava homem, logo a antropologia estuda o homem; o existencialismo no estudo do sentido da existência humana. Uma frase exemplificativa desta matéria é: “O que são os valores?”; neste caso, já que sabemos que a axiologia estuda os valores, logo esta frase pertenceria ao estudo da axiologia.
Seguidamente avançámos para a distinção entre questões filosóficas e questões não filosóficas. A professora ditou algumas questões para iniciar este novo assunto.
A pergunta acerca do que é um quadrado é uma questão não filosófica, enquanto a questão sobre qual o regime político ideal é filosófica, fazendo parte da filosofia social e política.
A distinção entre estes dois tipos de questões é feita através do princípio de que todas as questões filosóficas têm sempre as seguintes características: a intemporalidade, ou seja, estas questões mantêm a sua pertinência e o seu valor, independente do tempo; a problematicidade, quer dizer, são questões sem solução, sem resposta única e definitiva; a universalidade, já que são questões que estão relacionadas com todos os seres humanos; a radicalidade (raiz), pois a Filosofia é uma procura de fundamentos, bases e origem, e até mesmo, da razão de ser da realidade.
Por fim a professora referiu a página do manual onde são referidas a radicalidade e a universalidade (página 24).
2009-2010
Disciplina de Filosofia - 10º ano
_______________________________________________________________
André Filipe Pereira Guerreiro
Número: 29 Turma A
Relatório de aula
Aulas número 21 e 22
22 de Outubro
Como realizado habitualmente no início de cada aula de filosofia, foi feita por parte da professora a leitura do relatório da aula anterior. De seguida foram propostos, por parte da mesma, os seguintes objectivos de aula: identificar as diferentes áreas de questionação filosófica, distinguir questões filosóficas de questões não filosóficas e caracterizar questões filosóficas.
No cumprimento do primeiro objectivo, foi feita a correcção do trabalho de casa, sendo tiradas também algumas dúvidas acerca do mesmo (áreas de questionação filosófica). Na filosofia existem várias áreas de questionação filosófica, irei agora referi-las e também os seus domínios, juntamente com alguns exemplos.
Essas áreas são: a lógica que estuda a forma do pensamento e do discurso; a metafísica que estuda os seres não materiais (Deus e a alma); a cosmologia no estudo da origem e estrutura do Universo; a ontologia que estuda o ser e a realidade; a gnosiologia no estudo do conhecimento em geral; a epistemologia que estuda a ciência; a filosofia da religião no estudo do sagrado e do divino; a estética que estuda a beleza e a arte; a ética que se dedica ao estudo do bem, da justiça, da responsabilidade, da moral, da liberdade; a axiologia no estudo dos valores; a filosofia social e política que estuda a vida em sociedade; anthropos é uma palavra que para os gregos significava homem, logo a antropologia estuda o homem; o existencialismo no estudo do sentido da existência humana. Uma frase exemplificativa desta matéria é: “O que são os valores?”; neste caso, já que sabemos que a axiologia estuda os valores, logo esta frase pertenceria ao estudo da axiologia.
Seguidamente avançámos para a distinção entre questões filosóficas e questões não filosóficas. A professora ditou algumas questões para iniciar este novo assunto.
A pergunta acerca do que é um quadrado é uma questão não filosófica, enquanto a questão sobre qual o regime político ideal é filosófica, fazendo parte da filosofia social e política.
A distinção entre estes dois tipos de questões é feita através do princípio de que todas as questões filosóficas têm sempre as seguintes características: a intemporalidade, ou seja, estas questões mantêm a sua pertinência e o seu valor, independente do tempo; a problematicidade, quer dizer, são questões sem solução, sem resposta única e definitiva; a universalidade, já que são questões que estão relacionadas com todos os seres humanos; a radicalidade (raiz), pois a Filosofia é uma procura de fundamentos, bases e origem, e até mesmo, da razão de ser da realidade.
Por fim a professora referiu a página do manual onde são referidas a radicalidade e a universalidade (página 24).
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Relatório das aulas 19 e 20
João Espada Afonso
Numero: 11 Turma A
Relatório de Aula
Aulas número 19 e 20, dia vinte de Outubro de 2009
A aula foi iniciada com a leitura do relatório da aula anterior, em seguida foi corrigido o trabalho de casa. Em seguida a professora definiu os objectivos de aula em que um deles já teria sido um dos objectivos da aula anterior.
A professora seguiu com a aula distinguindo dois tipos de acções: as que têm limite e que estão subordinadas a objectivos, a coisas que se querem com essas acções; e as que não têm limite determinado, que são fins em si mesmas, as chamadas “acções perfeitas”.
Um dos objectivos de aula era treinar a análise de texto filosófico e foi em seguida o que se fez, continuando com excertos do livro “A Imperfeição da Filosofia” de Maria Filomena Molder. Conhecemos em seguida as diferentes áreas de questionação filosófica, entre as quais se encontra a lógica, a ética, as estética, a antropologia, entre outras.
Falou-se na aula, também, de a Filosofia ser uma actividade híbrida, porque está subordinada a uma finalidade, a sabedoria, e é, ao mesmo tempo, um fim em si mesma (apenas “filosofa-se para filosofar”). No final da aula, a professora definiu o que seria o trabalho de casa: um exercício de identificação de diferentes áreas de questionação filosófica.
- O relatório apresentava falhas de sintaxe;
- Apresentava bastantes imprecisões quanto aos conteúdos de aula;
- Não respeitou totalmente a sequência temporal da aula.
Numero: 11 Turma A
Relatório de Aula
Aulas número 19 e 20, dia vinte de Outubro de 2009
A aula foi iniciada com a leitura do relatório da aula anterior, em seguida foi corrigido o trabalho de casa. Em seguida a professora definiu os objectivos de aula em que um deles já teria sido um dos objectivos da aula anterior.
A professora seguiu com a aula distinguindo dois tipos de acções: as que têm limite e que estão subordinadas a objectivos, a coisas que se querem com essas acções; e as que não têm limite determinado, que são fins em si mesmas, as chamadas “acções perfeitas”.
Um dos objectivos de aula era treinar a análise de texto filosófico e foi em seguida o que se fez, continuando com excertos do livro “A Imperfeição da Filosofia” de Maria Filomena Molder. Conhecemos em seguida as diferentes áreas de questionação filosófica, entre as quais se encontra a lógica, a ética, as estética, a antropologia, entre outras.
Falou-se na aula, também, de a Filosofia ser uma actividade híbrida, porque está subordinada a uma finalidade, a sabedoria, e é, ao mesmo tempo, um fim em si mesma (apenas “filosofa-se para filosofar”). No final da aula, a professora definiu o que seria o trabalho de casa: um exercício de identificação de diferentes áreas de questionação filosófica.
- O relatório apresentava falhas de sintaxe;
- Apresentava bastantes imprecisões quanto aos conteúdos de aula;
- Não respeitou totalmente a sequência temporal da aula.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Relatório das aulas 17 e 18
Escola Secundária D.Manuel I
2009/2010
Filosofia – 10º ano
João Borges
Nº12 – 10ºA
Relatório de Aula
Aulas 17 e 18
15/10/2009
A professora iniciou a aula lendo o relatório do colega Rui Parente. De seguida, foram analisados e corrigidos alguns trabalhos de casa, que consistiram em fazer um comentário de texto à seguinte frase: “Creio que todos os homens são Filósofos, ainda que uns mais do que outros” incluída na obra Em busca de um Mundo melhor, de Karl Popper. Constatou-se que a principal ideia desta afirmação era que mesmo não sendo filósofo qualquer pessoa podia filosofar, mas existem duas formas distintas de o fazer.
Prosseguindo, a professora definiu os objectivos da aula, que foram:
- Aprender a argumentar
- Treinar a leitura e interpretação de texto filosófico.
Seguidamente, foi pedido aos alunos que resolvessem um exercício que consistia em encontrar argumentos que defendessem a tese: “ O aborto voluntário é crime”; e a sua antítese: “O aborto voluntário não é crime”. Encontraram-se os seguintes argumentos para a primeira tese:
- O aborto voluntário é crime pois o feto já é um ser humano ainda que incompleto.
- O aborto voluntário é crime pois só Deus pode decidir sobre a morte de alguém.
- O aborto voluntário é crime pois trata-se de um homicídio.
Para a segunda tese foram encontrados os seguintes argumentos:
- O aborto voluntário não é crime pois o feto ainda não é uma pessoa.
- O aborto voluntário não é crime pois o feto pertence aos pais, e eles têm o direito de decidir sobre a sua existência.
- O aborto voluntário não é crime pois o feto não tem personalidade jurídica.
Procedemos à leitura de um capítulo do livro A imperfeição da Filosofia, de Maria Filomena Molder. Este capítulo tinha como título “ Escutaríamos nós um carvalho ou uma pedra, se eles dissessem a verdade?”, e como subtítulo “ Um desafio Socrático”. Esta parte do texto apresentava uma passagem do Fedro de Platão. Fedro fala da facilidade que Sócrates tem em inventar histórias de outros países como bem lhe aprouver. Sócrates responde que os sacerdotes do templo de Zeus afirmaram que as primeiras palavras divinatórias saíram de um carvalho. Fedro achava que o mais relevante era o nome e o país de origem das pessoas quando o importante era saber se o que era dito era ou não verdadeiro. Assim as pessoas daquele tempo contentavam-se em escutar a linguagem de um carvalho ou de uma pedra crendo-a como a verdade.
Já depois do diálogo o texto elogia a fertilidade da dialéctica de Sócrates. Fala também da argumentação, dos discursos escritos na alma, progenitores de uma raça de homens, que receberam um nome na altura ainda inseguro: Filósofos.
Assim foi terminada a aula.
- É escusado inserir no relatório apontamentos que estão nos vossos cadernos
2009/2010
Filosofia – 10º ano
João Borges
Nº12 – 10ºA
Relatório de Aula
Aulas 17 e 18
15/10/2009
A professora iniciou a aula lendo o relatório do colega Rui Parente. De seguida, foram analisados e corrigidos alguns trabalhos de casa, que consistiram em fazer um comentário de texto à seguinte frase: “Creio que todos os homens são Filósofos, ainda que uns mais do que outros” incluída na obra Em busca de um Mundo melhor, de Karl Popper. Constatou-se que a principal ideia desta afirmação era que mesmo não sendo filósofo qualquer pessoa podia filosofar, mas existem duas formas distintas de o fazer.
Prosseguindo, a professora definiu os objectivos da aula, que foram:
- Aprender a argumentar
- Treinar a leitura e interpretação de texto filosófico.
Seguidamente, foi pedido aos alunos que resolvessem um exercício que consistia em encontrar argumentos que defendessem a tese: “ O aborto voluntário é crime”; e a sua antítese: “O aborto voluntário não é crime”. Encontraram-se os seguintes argumentos para a primeira tese:
- O aborto voluntário é crime pois o feto já é um ser humano ainda que incompleto.
- O aborto voluntário é crime pois só Deus pode decidir sobre a morte de alguém.
- O aborto voluntário é crime pois trata-se de um homicídio.
Para a segunda tese foram encontrados os seguintes argumentos:
- O aborto voluntário não é crime pois o feto ainda não é uma pessoa.
- O aborto voluntário não é crime pois o feto pertence aos pais, e eles têm o direito de decidir sobre a sua existência.
- O aborto voluntário não é crime pois o feto não tem personalidade jurídica.
Procedemos à leitura de um capítulo do livro A imperfeição da Filosofia, de Maria Filomena Molder. Este capítulo tinha como título “ Escutaríamos nós um carvalho ou uma pedra, se eles dissessem a verdade?”, e como subtítulo “ Um desafio Socrático”. Esta parte do texto apresentava uma passagem do Fedro de Platão. Fedro fala da facilidade que Sócrates tem em inventar histórias de outros países como bem lhe aprouver. Sócrates responde que os sacerdotes do templo de Zeus afirmaram que as primeiras palavras divinatórias saíram de um carvalho. Fedro achava que o mais relevante era o nome e o país de origem das pessoas quando o importante era saber se o que era dito era ou não verdadeiro. Assim as pessoas daquele tempo contentavam-se em escutar a linguagem de um carvalho ou de uma pedra crendo-a como a verdade.
Já depois do diálogo o texto elogia a fertilidade da dialéctica de Sócrates. Fala também da argumentação, dos discursos escritos na alma, progenitores de uma raça de homens, que receberam um nome na altura ainda inseguro: Filósofos.
Assim foi terminada a aula.
- É escusado inserir no relatório apontamentos que estão nos vossos cadernos
domingo, 18 de outubro de 2009
Luísa Caroucinho, Comentário de texto
Luísa Caroucinho
Nº 15, 10º A
Comentário de texto
“Creio que todos os seres humanos são filósofos, ainda que uns mais do que outros”
Na frase “Creio que todos os seres humanos são filósofos, ainda que uns mais do que outros”, Karl Popper sublinha que a Filosofia não é uma actividade exclusiva dos chamados filósofos profissionais, isto é, daqueles que praticam o filosofar sistemático. No entanto, Karl Popper distingue a filosofia espontânea, comum a todos os Homens, da filosofia sistemática.
O Homem comum reflecte sobre os problemas que a vida lhe coloca, e alguns desses problemas são de natureza filosófica. Esta reflexão é ocasional, pouco rigorosa, pouco profunda e muitas vezes destituída do exercício crítico.
A filosofia sistemática distingue-se da anterior porque procura ser coerente e rigorosa, organizando os conceitos. Trata-se de uma filosofia mais complexa e profunda, desenvolvendo-se segundo o espírito crítico.
Assim sendo, quer de uma forma consciente e intencional, quer de uma forma natural, todos os seres humanos praticam o filosofar.
Nº 15, 10º A
Comentário de texto
“Creio que todos os seres humanos são filósofos, ainda que uns mais do que outros”
Na frase “Creio que todos os seres humanos são filósofos, ainda que uns mais do que outros”, Karl Popper sublinha que a Filosofia não é uma actividade exclusiva dos chamados filósofos profissionais, isto é, daqueles que praticam o filosofar sistemático. No entanto, Karl Popper distingue a filosofia espontânea, comum a todos os Homens, da filosofia sistemática.
O Homem comum reflecte sobre os problemas que a vida lhe coloca, e alguns desses problemas são de natureza filosófica. Esta reflexão é ocasional, pouco rigorosa, pouco profunda e muitas vezes destituída do exercício crítico.
A filosofia sistemática distingue-se da anterior porque procura ser coerente e rigorosa, organizando os conceitos. Trata-se de uma filosofia mais complexa e profunda, desenvolvendo-se segundo o espírito crítico.
Assim sendo, quer de uma forma consciente e intencional, quer de uma forma natural, todos os seres humanos praticam o filosofar.
André Guerreiro, Comentário de texto
Comentário de texto à frase: “Creio que todos os homens são filósofos, ainda que uns mais do que outros”
A frase refere que todos somos filósofos, embora de diferentes formas. Existem dois tipos de filosofar, o sistemático e o espontâneo. O filosofar sistemático é aquele que é praticado pelo filósofo especialista/sistemático, tendo as seguintes características: é uma atitude intencional na investigação e manutenção do espanto para com o mundo; produz respostas e argumentos. O filosofar espontâneo, como o próprio nome indica, é um filosofar que surge de forma natural, com as seguintes características: é uma atitude interrogativa, crítica e de espanto; uma forma de estar; uma perspectiva diferente sobre a realidade.
Penso que com esta comparação se mostra que todos filosofamos, embora de formas diferentes, pois acho que uma situação de filosofar espontâneo já aconteceu a todos nós, ao contrário do filosofar sistemático, que só os próprios filósofos praticam. Isto demonstra que, com mais ou menos frequência, todos nós somos filósofos, sem nos apercebermos disso.
André Guerreiro
A frase refere que todos somos filósofos, embora de diferentes formas. Existem dois tipos de filosofar, o sistemático e o espontâneo. O filosofar sistemático é aquele que é praticado pelo filósofo especialista/sistemático, tendo as seguintes características: é uma atitude intencional na investigação e manutenção do espanto para com o mundo; produz respostas e argumentos. O filosofar espontâneo, como o próprio nome indica, é um filosofar que surge de forma natural, com as seguintes características: é uma atitude interrogativa, crítica e de espanto; uma forma de estar; uma perspectiva diferente sobre a realidade.
Penso que com esta comparação se mostra que todos filosofamos, embora de formas diferentes, pois acho que uma situação de filosofar espontâneo já aconteceu a todos nós, ao contrário do filosofar sistemático, que só os próprios filósofos praticam. Isto demonstra que, com mais ou menos frequência, todos nós somos filósofos, sem nos apercebermos disso.
André Guerreiro
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
1º trabalho de reflexão filosófica
Escola Secundária D. Manuel I
2009/10
Filosofia – 10º ano
1º Trabalho de Reflexão Filosófica
TAREFA
Visione o vídeo
O mito da caverna ( Alegoria da caverna ) Platão
http://www.youtube.com/results?search_query=alegoria+da+caverna&search_type=&aq=f
Elabore um comentário escrito ao vídeo visionado.
Deve seguir a seguinte estrutura:
- Introdução (apresentar aquilo que vai ser objecto de comentário);
- Desenvolvimento (descrição e interpretação do que foi visionado);
- Conclusão pessoal e crítica.
APRESENTAÇÃO
- Uma folha de rosto com elementos de identificação da escola, do aluno e do trabalho em causa;
- Uma página de texto completa como comentário escrito (times new roman, tamanho 12, espaço simples, texto justificado;
2009/10
Filosofia – 10º ano
1º Trabalho de Reflexão Filosófica
TAREFA
Visione o vídeo
O mito da caverna ( Alegoria da caverna ) Platão
http://www.youtube.com/results?search_query=alegoria+da+caverna&search_type=&aq=f
Elabore um comentário escrito ao vídeo visionado.
Deve seguir a seguinte estrutura:
- Introdução (apresentar aquilo que vai ser objecto de comentário);
- Desenvolvimento (descrição e interpretação do que foi visionado);
- Conclusão pessoal e crítica.
APRESENTAÇÃO
- Uma folha de rosto com elementos de identificação da escola, do aluno e do trabalho em causa;
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terça-feira, 13 de outubro de 2009
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