A aula foi iniciada com a leitura do relatório da aula transacta.
Em seguida foi aberta a lição e a professora definiu e mencionou os objectivos de aula.
Seguidamente, foi feita a correcção do trabalho de casa, o qual consistia na realização do exercício 6, da página 20 do Caderno de Actividades. Este exercício tinha como base um texto relativo à origem de alguns comportamentos violentos. As questões que se seguiam remetiam para os conteúdos que se têm vindo a abordar nas aulas, as teses determinista e libertista. Este texto faz alusão à hipótese de alguns comportamentos violentos estarem relacionados com deficiências cerebrais, que fariam com que os seus portadores não tivessem controlo nas suas acções de maior violência. Assim sendo este texto remete para que os agentes não seriam os responsáveis pelas suas acções.
Foi assim concluído o primeiro ponto do sumário.
Antes de dar início ao 1º objectivo a professora vez ainda referência aos conteúdos que deveríamos ter em conta para o estudo, de preparação para o teste.
Seguiu-se o cumprimento do 1º objectivo de aula que consistia em identificar os diferentes tipos de condicionantes da acção humana. A liberdade que pensamos viver não é uma liberdade absoluta, isto é, não podemos fazer tudo o que queremos. Assim sendo esta é uma liberdade limitada e condicionada, que se manifesta na opção de escolher uma de duas ou mais alternativas possíveis, pesando os prós e os contras dessa mesma escolha. As condicionantes da acção, por um lado limitam, mas por outro proporcionam um campo de possibilidades. Consideram-se assim três tipos de condicionantes da acção humana: condicionantes físico-biológicas; condicionantes psicológicas e por fim condicionantes histórico-culturais.
Todo o homem é condicionado pela morfologia e fisiologia do seu próprio corpo. Possuir um corpo saudável permite desenvolver actividades que um organismo frágil é incapaz de realizar. O modo como nos relacionamos com o meio que nos rodeia depende das características do nosso corpo, algumas dessas características foram geneticamente herdadas dos nossos antepassados. Assim sendo, estas características limitam determinadas acções, mas possibilitam outras. Por exemplo, uma pessoa que tem uma boa constituição física poderia ser um jogador de futebol, mas também poderia não o ser, no entanto tinha essa possibilidade devido às características do seu corpo. Podemos assim dizer que as condicionantes físico-biologicas condicionam o que podemos fazer e como podemos fazer.
No que diz respeito às condicionantes psicológicas, estas também influenciam ou limitam, na medida em que as acções estão dependentes das características psicológicas do seu agente, nomeadamente do seu temperamento, do seu carácter, dos seus estados emocionais como a tristeza e a alegria. Não é possível que o ser humano reaja com alegria ao não concretizar de um sonho. É também de salientar que a determinação de cada indivíduo interfere na acção, isto é, a persistência de cada um perante um obstáculo.
Por fim, relativamente às condicionantes histórico-culturais, estas vêm do exterior, da sociedade. A acção humana depende do ambiente social, cultural e histórico em que se desenrola. Uma acção vai depender do conjunto de regras da sociedade, dos seus hábitos e costumes. O tipo de meio em que o agente se desenvolveu como ser humano e o regime educativo que recebeu também são condicionantes da acção.
O segundo objectivo de aula consistia em reconhecer a nossa crença natural no livre arbítrio. Apesar da existência de teses que negam o livre-arbítrio, isto é, a liberdade humana, e consequentemente a impossibilidade de responsabilizar o agente pela acção, existe uma tendência natural para se acreditar que somos livres. Todo o discurso do dia-a-dia subentende a ideia de liberdade. A própria experiência de vida remete para a ideia de liberdade, visto que temos noção de que embora tivéssemos feito uma coisa, poderíamos ter tomado outra decisão.
Em seguida, para dar continuidade ao segundo objectivo, lemos e analisámos o texto 19 da página 74. Este texto fala-nos uma vez mais da crença natural no livre-arbítrio. O ser humano conduz a sua vida de acordo com a liberdade, isto é, acreditando na responsabilização, castigos e louvores. Questiona ainda se valeria a pena viver sem a crença na liberdade.
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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Relatório das aulas 41 e 42
Francisco Teixeira
Nº 9, Turma A
Relatório de aula
Aulas Nº 41 e 42
Iniciámos a aula por abrir a lição e definir o sumário.
De seguida, a professora introduziu o primeiro tema exposto no sumário, que consistia no dilema do determinismo, o qual consistia na escolha entre a hipótese do determinismo e a do indeterminismo, as quais apresentam uma resposta negativa para a pergunta “Serão as acções humanas livres?”, apesar de apresentarem razões distintas para tal. O determinismo afirma que todas as coisas que acontecem no universo têm uma causa, e como as acções humanas são coisas que acontecem no universo têm também uma causa, enquanto o indeterminismo afirma que nem todas as coisas são determinadas, tendo como base alguns conhecimentos adquiridos pela física quântica. A opção entre as duas teses torna-se um dilema porque ambas trazem as mesmas consequências: negação da liberdade e da consequente responsabilidade do agente. De tal forma que não encontramos motivos suficientes para preferir uma ao invés da outra.
A seguir, a professora definiu os objectivos da aula, que não o haviam sido anteriormente por lapso da mesma.
Em seguimento, vimos como o determinismo e o libertismo se comportam como antíteses uma da outra, para a questão já apresentada no segundo parágrafo.
Para terminar, corrigimos o trabalho de casa que nos tinha sido pedido pela professora, na aula anterior, e que consistia na resolução das alíneas a), b) e c) da actividade da página 73 do manual.
Nº 9, Turma A
Relatório de aula
Aulas Nº 41 e 42
Iniciámos a aula por abrir a lição e definir o sumário.
De seguida, a professora introduziu o primeiro tema exposto no sumário, que consistia no dilema do determinismo, o qual consistia na escolha entre a hipótese do determinismo e a do indeterminismo, as quais apresentam uma resposta negativa para a pergunta “Serão as acções humanas livres?”, apesar de apresentarem razões distintas para tal. O determinismo afirma que todas as coisas que acontecem no universo têm uma causa, e como as acções humanas são coisas que acontecem no universo têm também uma causa, enquanto o indeterminismo afirma que nem todas as coisas são determinadas, tendo como base alguns conhecimentos adquiridos pela física quântica. A opção entre as duas teses torna-se um dilema porque ambas trazem as mesmas consequências: negação da liberdade e da consequente responsabilidade do agente. De tal forma que não encontramos motivos suficientes para preferir uma ao invés da outra.
A seguir, a professora definiu os objectivos da aula, que não o haviam sido anteriormente por lapso da mesma.
Em seguimento, vimos como o determinismo e o libertismo se comportam como antíteses uma da outra, para a questão já apresentada no segundo parágrafo.
Para terminar, corrigimos o trabalho de casa que nos tinha sido pedido pela professora, na aula anterior, e que consistia na resolução das alíneas a), b) e c) da actividade da página 73 do manual.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Relatório das aulas 39 e 40
Nome: Pedro Miguel Caeiro Bonito
Nº: 21 T: A
Aulas Nº 39 e 40
24 de Novembro de 2009
A aula foi iniciada com a leitura do relatório da aula anterior e, em seguida, a professora definiu os objectivos de aula que consistiam em formular o problema do livre-arbítrio e em conhecer as teses e os argumentos relativos ao problema do livre-arbítrio.
Em seguida, começámos por falar do primeiro e já referido objectivo de aula, depois de uma discussão foi concluído que o problema do livre-arbítrio era “Serão as acções humanas livres?”, com esta conclusão também finalizámos o primeiro objectivo.
Depois da conclusão iniciámos o segundo objectivo de aula, que começou com a descoberta por parte dos alunos das três teses relativas ao problema do livre-arbítrio, que eram o determinismo, o indeterminismo e o libertismo. Descobrimos também alguns fundamentos destas teses que eram para o determinismo a causalidade, para o indeterminismo a aleatoriedade e para o libertismo a dualidade antropológica.
O determinismo que pressupõe a causalidade, diz-nos que não há efeitos sem causas e que os efeitos não aconteciam se não houvesse causas, concluímos isto a partir do visionamento de um pequeno vídeo. Portanto, o determinismo defende a existência de causalidade no mundo. E com a leitura de algumas páginas do manual concluímos também que o determinismo defende que tudo o que nós fazemos é inevitável.
O indeterminismo que se baseia na noção de aleatoriedade, diz-nos que era impossível prever o que vai acontecer, porque há fenómenos que acontecem por acaso.
Não conseguimos finalizar o segundo objectivo de aula.
- Este relatório está bastante incompleto; não reflecte a riqueza desta aula.
Nº: 21 T: A
Aulas Nº 39 e 40
24 de Novembro de 2009
A aula foi iniciada com a leitura do relatório da aula anterior e, em seguida, a professora definiu os objectivos de aula que consistiam em formular o problema do livre-arbítrio e em conhecer as teses e os argumentos relativos ao problema do livre-arbítrio.
Em seguida, começámos por falar do primeiro e já referido objectivo de aula, depois de uma discussão foi concluído que o problema do livre-arbítrio era “Serão as acções humanas livres?”, com esta conclusão também finalizámos o primeiro objectivo.
Depois da conclusão iniciámos o segundo objectivo de aula, que começou com a descoberta por parte dos alunos das três teses relativas ao problema do livre-arbítrio, que eram o determinismo, o indeterminismo e o libertismo. Descobrimos também alguns fundamentos destas teses que eram para o determinismo a causalidade, para o indeterminismo a aleatoriedade e para o libertismo a dualidade antropológica.
O determinismo que pressupõe a causalidade, diz-nos que não há efeitos sem causas e que os efeitos não aconteciam se não houvesse causas, concluímos isto a partir do visionamento de um pequeno vídeo. Portanto, o determinismo defende a existência de causalidade no mundo. E com a leitura de algumas páginas do manual concluímos também que o determinismo defende que tudo o que nós fazemos é inevitável.
O indeterminismo que se baseia na noção de aleatoriedade, diz-nos que era impossível prever o que vai acontecer, porque há fenómenos que acontecem por acaso.
Não conseguimos finalizar o segundo objectivo de aula.
- Este relatório está bastante incompleto; não reflecte a riqueza desta aula.
terça-feira, 24 de novembro de 2009
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Relatório das aulas 37 e 38
Bento Caldeira de Quadros e Costa
Nº6 10ºA
Relatório de Aula
Aula nº 37 e 38
11 de Novembro de 2009
A aula foi iniciada, como já vai sendo habitual, com a leitura do relatório da aula anterior. Após a leitura, a professora falou da rede conceptual da acção humana concluindo que é o conjunto de conceitos que estão relacionados e organizados em torno de um conceito central que é a acção Humana. De seguida, a professora definiu os objectivos de aula: relacionar o agente, a liberdade e a responsabilidade; compreender a noção de Livre – Arbítrio.
Passando ao primeiro objectivo já referido, concluímos que o agente é aquele que realiza a acção e só havendo acção é que pode existir um agente. Todos os actos praticados e consequências desses actos são da sua responsabilidade.
Os conceitos de liberdade e de responsabilidade estão interligados entre si, porque para haver responsabilidade tem que existir liberdade e vice-versa. Quando um agente é livre podemos afirmar que não foi forçado a tomar uma decisão. De seguida, passámos à leitura do texto 13 da página sessenta e sete do manual, este texto consiste num diálogo entre dois amigos, com opiniões diferentes acerca do conceito de ser livre. O amigo que defendia que o ser humano é um ser livre demonstrou essa liberdade de uma forma um pouco agressiva obrigando o outro a reconhecer que o ser humano é livre. Para concluirmos este objectivo ainda falámos de alguns tipos de liberdade como a liberdade de expressão, a liberdade física ou de movimentos e a liberdade religiosa.
O segundo objectivo foi iniciado com uma conversa da professora com os alunos sobre o vídeo colocado no blog da turma que consta do “Problema do livre – arbítrio “. Passando à definição dada pela professora acerca do mesmo que é a capacidade de escolha livre e responsável de um agente racional.
A nossa aula terminou com a conclusão da tarefa proposta na aula anterior, que consiste na finalização do segundo trabalho de reflexão filosófica em que o tema da mesma é a educação sexual.
Nº6 10ºA
Relatório de Aula
Aula nº 37 e 38
11 de Novembro de 2009
A aula foi iniciada, como já vai sendo habitual, com a leitura do relatório da aula anterior. Após a leitura, a professora falou da rede conceptual da acção humana concluindo que é o conjunto de conceitos que estão relacionados e organizados em torno de um conceito central que é a acção Humana. De seguida, a professora definiu os objectivos de aula: relacionar o agente, a liberdade e a responsabilidade; compreender a noção de Livre – Arbítrio.
Passando ao primeiro objectivo já referido, concluímos que o agente é aquele que realiza a acção e só havendo acção é que pode existir um agente. Todos os actos praticados e consequências desses actos são da sua responsabilidade.
Os conceitos de liberdade e de responsabilidade estão interligados entre si, porque para haver responsabilidade tem que existir liberdade e vice-versa. Quando um agente é livre podemos afirmar que não foi forçado a tomar uma decisão. De seguida, passámos à leitura do texto 13 da página sessenta e sete do manual, este texto consiste num diálogo entre dois amigos, com opiniões diferentes acerca do conceito de ser livre. O amigo que defendia que o ser humano é um ser livre demonstrou essa liberdade de uma forma um pouco agressiva obrigando o outro a reconhecer que o ser humano é livre. Para concluirmos este objectivo ainda falámos de alguns tipos de liberdade como a liberdade de expressão, a liberdade física ou de movimentos e a liberdade religiosa.
O segundo objectivo foi iniciado com uma conversa da professora com os alunos sobre o vídeo colocado no blog da turma que consta do “Problema do livre – arbítrio “. Passando à definição dada pela professora acerca do mesmo que é a capacidade de escolha livre e responsável de um agente racional.
A nossa aula terminou com a conclusão da tarefa proposta na aula anterior, que consiste na finalização do segundo trabalho de reflexão filosófica em que o tema da mesma é a educação sexual.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Relatório das aulas 35 e 36
Escola Secundária D.Manuel I de Beja
2009/2010
Filosofia
Relatório das aulas nº35 e 36
17/11/09
Catarina Barrocas
10ºA Nº7
A aula de dia 17 de Novembro de 2009 foi iniciada com a leitura do relatório da aula anterior. De seguida a professora procedeu à entrega dos trabalhos de reflexão filosófica e à correcção dos mesmos, em que nos ditou um exemplo de introdução, desenvolvimento e conclusão que poderíamos ter utilizado na realização dos nossos trabalhos. A professora falou ainda, de uma forma sucinta, sobre a Alegoria da Caverna de Platão. Concluímos assim que na alegoria a escuridão dentro da caverna simboliza a ignorância e a luz que se encontra no exterior representa a descoberta da sabedoria.
Após o cumprimento do primeiro ponto do sumário seguiu-se a realização do objectivo de aula, que consistia em reconhecer a decisão deliberada como um elemento associado à acção humana. Assim sendo, a professora começou por perguntar a um dos alunos em que consiste a acção humana, ao que este respondeu que se trata de um acto intencional, consciente, voluntário e motivado, do ser humano. Foi então que a professora nos falou do quinto elemento da rede conceptual da acção humana: a deliberação e a decisão.
Define-se deliberação como sendo o processo de reflexão que antecede a decisão, sendo esta última uma escolha de alternativas possíveis em função de determinadas razões. Muitas das nossas acções do quotidiano são automáticas, ou seja, não são planificadas e ponderadas previamente. Existem, contudo, acções em que é obrigatório reflectirmos antes de tomarmos uma decisão, principalmente se estas acções comprometerem seriamente o nosso futuro, por exemplo, no final do 9º ano a maioria dos estudantes tem de escolher qual o percurso que quer seguir no secundário. Para isso existe um conjunto de possibilidades que, depois de serem ponderadas, ou seja, após serem pensados os prós e contras de cada uma, dará origem à escolha ou decisão por uma delas. Podemos desta forma concluir que uma decisão deliberada é, acima de tudo, uma decisão reflectida e pensada e não apenas uma decisão consciente, voluntária e intencional que conduz a uma determinada execução da acção.
Por fim, procedemos à realização de um trabalho de reflexão filosófica que tinha por tema a “Educação Sexual”. Neste trabalho os alunos deveriam redigir um discurso argumentativo, obedecendo a uma estrutura previamente definida na aula anterior. Alguns dos alunos conseguiram realizar o trabalho mas visto que outros se encontravam com algumas dificuldades, a professora deu-nos a oportunidade de reflectirmos em casa sobre os argumentos que queríamos utilizar de modo a conseguirmos realizar um melhor trabalho na aula seguinte.
2009/2010
Filosofia
Relatório das aulas nº35 e 36
17/11/09
Catarina Barrocas
10ºA Nº7
A aula de dia 17 de Novembro de 2009 foi iniciada com a leitura do relatório da aula anterior. De seguida a professora procedeu à entrega dos trabalhos de reflexão filosófica e à correcção dos mesmos, em que nos ditou um exemplo de introdução, desenvolvimento e conclusão que poderíamos ter utilizado na realização dos nossos trabalhos. A professora falou ainda, de uma forma sucinta, sobre a Alegoria da Caverna de Platão. Concluímos assim que na alegoria a escuridão dentro da caverna simboliza a ignorância e a luz que se encontra no exterior representa a descoberta da sabedoria.
Após o cumprimento do primeiro ponto do sumário seguiu-se a realização do objectivo de aula, que consistia em reconhecer a decisão deliberada como um elemento associado à acção humana. Assim sendo, a professora começou por perguntar a um dos alunos em que consiste a acção humana, ao que este respondeu que se trata de um acto intencional, consciente, voluntário e motivado, do ser humano. Foi então que a professora nos falou do quinto elemento da rede conceptual da acção humana: a deliberação e a decisão.
Define-se deliberação como sendo o processo de reflexão que antecede a decisão, sendo esta última uma escolha de alternativas possíveis em função de determinadas razões. Muitas das nossas acções do quotidiano são automáticas, ou seja, não são planificadas e ponderadas previamente. Existem, contudo, acções em que é obrigatório reflectirmos antes de tomarmos uma decisão, principalmente se estas acções comprometerem seriamente o nosso futuro, por exemplo, no final do 9º ano a maioria dos estudantes tem de escolher qual o percurso que quer seguir no secundário. Para isso existe um conjunto de possibilidades que, depois de serem ponderadas, ou seja, após serem pensados os prós e contras de cada uma, dará origem à escolha ou decisão por uma delas. Podemos desta forma concluir que uma decisão deliberada é, acima de tudo, uma decisão reflectida e pensada e não apenas uma decisão consciente, voluntária e intencional que conduz a uma determinada execução da acção.
Por fim, procedemos à realização de um trabalho de reflexão filosófica que tinha por tema a “Educação Sexual”. Neste trabalho os alunos deveriam redigir um discurso argumentativo, obedecendo a uma estrutura previamente definida na aula anterior. Alguns dos alunos conseguiram realizar o trabalho mas visto que outros se encontravam com algumas dificuldades, a professora deu-nos a oportunidade de reflectirmos em casa sobre os argumentos que queríamos utilizar de modo a conseguirmos realizar um melhor trabalho na aula seguinte.
Relatório das aulas 33 e 34
Escola Secundaria com 3º ciclo D. Manuel I – Beja
Ano lectivo 2009/2010
Filosofia – 10ºAno
Manuela Sevinate
Nº16 Turma A
Relatório de aula
Aulas nº 33 e 34
12 de Novembro de 2009
A aula foi iniciada, como é habitual, com a leitura do relatório da aula anterior.
Passámos então à correcção do trabalho de casa, uma actividade da página 56 do manual. Fizemos, com esta correcção, uma pequena revisão dos conteúdos leccionados no tema da filosofia da acção. Concordamos que uma acção é algo que apenas os seres humanos parecem poder realizar, pois para ser considerada uma acção tem de ser feita conscientemente, voluntariamente, intencionalmente e motivadamente. Distinguimos, uma vez mais, o que fazemos conscientemente daquilo que fazemos inconscientemente e o que fazemos voluntariamente daquilo que fazemos involuntariamente. Os actos que são feitos conscientemente são aqueles em que sabemos o que estamos a fazer, opondo-se aos actos inconscientes, os quais são feitos sem noção de que os estamos a fazer. Actos voluntários são actos que nós podemos controlar, os actos involuntários são aqueles que se realizam independentemente da nossa vontade.
De seguida, a professora definiu e mencionou os objectivos da aula.
Assim sendo, começámos com o objectivo de aprender a organizar um discurso argumentativo, o qual deve estar organizado em três partes: a introdução, o desenvolvimento e a conclusão. Na introdução devemos referir o tema sobre o qual nos vamos debruçar e justificar a sua pertinência. É no desenvolvimento que vamos defender a tese apoiada, para tal devemos apresentar, de forma desenvolvida, argumentos e prever os possíveis contra-argumentos. Na conclusão devemos sublinhar a importância do auditório em aderir à nossa tese e apelar para que este o faça. Para que este ponto fosse trabalhado, a professora pediu aos alunos que estruturassem mentalmente, como trabalho de casa, um discurso argumentativo, tendo como tema a “Educação Sexual”.
O segundo objectivo consistia em diferenciar a intenção e o motivo de uma acção. O motivo é a razão pela qual fazemos algo, respondendo assim à pergunta “porquê”, já a intenção pretende determinar qual é o objectivo de realizarmos uma determinada acção (respondendo à pergunta “para quê”). Por exemplo, se um aluno, durante a realização de uma ficha de avaliação, conversa com o colega do lado por se ter esquecido do relógio, então podemos afirmar que a intenção é saber as horas e o motivo é se ter esquecido do relógio. Podemos então concluir que o motivo e a intenção dependem um do outro.
Ano lectivo 2009/2010
Filosofia – 10ºAno
Manuela Sevinate
Nº16 Turma A
Relatório de aula
Aulas nº 33 e 34
12 de Novembro de 2009
A aula foi iniciada, como é habitual, com a leitura do relatório da aula anterior.
Passámos então à correcção do trabalho de casa, uma actividade da página 56 do manual. Fizemos, com esta correcção, uma pequena revisão dos conteúdos leccionados no tema da filosofia da acção. Concordamos que uma acção é algo que apenas os seres humanos parecem poder realizar, pois para ser considerada uma acção tem de ser feita conscientemente, voluntariamente, intencionalmente e motivadamente. Distinguimos, uma vez mais, o que fazemos conscientemente daquilo que fazemos inconscientemente e o que fazemos voluntariamente daquilo que fazemos involuntariamente. Os actos que são feitos conscientemente são aqueles em que sabemos o que estamos a fazer, opondo-se aos actos inconscientes, os quais são feitos sem noção de que os estamos a fazer. Actos voluntários são actos que nós podemos controlar, os actos involuntários são aqueles que se realizam independentemente da nossa vontade.
De seguida, a professora definiu e mencionou os objectivos da aula.
Assim sendo, começámos com o objectivo de aprender a organizar um discurso argumentativo, o qual deve estar organizado em três partes: a introdução, o desenvolvimento e a conclusão. Na introdução devemos referir o tema sobre o qual nos vamos debruçar e justificar a sua pertinência. É no desenvolvimento que vamos defender a tese apoiada, para tal devemos apresentar, de forma desenvolvida, argumentos e prever os possíveis contra-argumentos. Na conclusão devemos sublinhar a importância do auditório em aderir à nossa tese e apelar para que este o faça. Para que este ponto fosse trabalhado, a professora pediu aos alunos que estruturassem mentalmente, como trabalho de casa, um discurso argumentativo, tendo como tema a “Educação Sexual”.
O segundo objectivo consistia em diferenciar a intenção e o motivo de uma acção. O motivo é a razão pela qual fazemos algo, respondendo assim à pergunta “porquê”, já a intenção pretende determinar qual é o objectivo de realizarmos uma determinada acção (respondendo à pergunta “para quê”). Por exemplo, se um aluno, durante a realização de uma ficha de avaliação, conversa com o colega do lado por se ter esquecido do relógio, então podemos afirmar que a intenção é saber as horas e o motivo é se ter esquecido do relógio. Podemos então concluir que o motivo e a intenção dependem um do outro.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Relatório das aulas 31 e 32
Gonçalo Cruz
Numero: 10, Turma A
Relatório da Aula
Aulas nº 31 e 32
10/11/09
No início da aula a professora fez a entrega dos testes de avaliação, que se seguiu da sua correcção e esclarecimentos de dúvidas. De seguida a professora definiu e mencionou o objectivo de aula, que seria reconhecer a acção humana como algo consciente, voluntário e intencional.
Em seguida corrigimos o trabalho de casa que era definir filosofia da acção, que se revelou ser uma área da filosofia que tem como principal objectivo compreender em que consiste uma acção humana. A aula prosseguiu com a correcção do restante trabalho de casa da página 18 do caderno de actividades, que consistia em colocarmos expressões/palavras numa tabela que distinguia “o que fazemos” em: actos voluntários e conscientes, que seriam aqueles que dependem da nossa vontade e que a nossa consciência acompanha (ex: ler um livro); involuntários e inconscientes, que seriam aqueles que são independentes da nossa vontade e a nossa mente não acompanha (ex: ressonar); e, por fim os actos involuntários e conscientes que são independentes da nossa vontade mas que a nossa consciência acompanha (ex: soluçar). Durante a correcção do trabalho de casa analisámos as páginas 54 e 55 do manual, que apresentavam a diferença entre os actos conscientes, inconscientes, involuntários e voluntários.
Numero: 10, Turma A
Relatório da Aula
Aulas nº 31 e 32
10/11/09
No início da aula a professora fez a entrega dos testes de avaliação, que se seguiu da sua correcção e esclarecimentos de dúvidas. De seguida a professora definiu e mencionou o objectivo de aula, que seria reconhecer a acção humana como algo consciente, voluntário e intencional.
Em seguida corrigimos o trabalho de casa que era definir filosofia da acção, que se revelou ser uma área da filosofia que tem como principal objectivo compreender em que consiste uma acção humana. A aula prosseguiu com a correcção do restante trabalho de casa da página 18 do caderno de actividades, que consistia em colocarmos expressões/palavras numa tabela que distinguia “o que fazemos” em: actos voluntários e conscientes, que seriam aqueles que dependem da nossa vontade e que a nossa consciência acompanha (ex: ler um livro); involuntários e inconscientes, que seriam aqueles que são independentes da nossa vontade e a nossa mente não acompanha (ex: ressonar); e, por fim os actos involuntários e conscientes que são independentes da nossa vontade mas que a nossa consciência acompanha (ex: soluçar). Durante a correcção do trabalho de casa analisámos as páginas 54 e 55 do manual, que apresentavam a diferença entre os actos conscientes, inconscientes, involuntários e voluntários.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Relatório das aulas 29 e 30
ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO
Escola D. MANUEL I
2009/2010
Filosofia - 10º ANO
RELATÓRIO DE AULA
Elaborado por:
Ana Adelaide Manzaca Baião
Nº 1
Turma A
Aulas nº 29 e 30
Data: 05/11/2009
Na aula de filosofia do dia 5 de Novembro de 2009, começámos por sumariar o seguinte: critérios de avaliação; Introdução ao estudo da filosofia da Acção. A professora começou então por fazer uma pequena abordagem sobre os critérios de avaliação, em que nos informou sobre como seríamos avaliados e o peso dos elementos na nossa avaliação. Uma vez esclarecidos, pudemos então delinear os objectivos de aula que consistiram em tomar consciência dos elementos da acção humana e compreender o que é a filosofia da acção.
Iniciámos o primeiro objectivo de aula com a leitura do texto 1 da página 51 do nosso manual que relata a notícia de um jornal sobre um jovem pai que se esqueceu de deixar a sua filha bebé no infantário quando ia para o trabalho, permanecendo a criança um dia inteiro dentro do carro, chegando ao fim já sem vida. De seguida respondemos a algumas questões do manual relativas ao mesmo texto, já da página 52, para assim podermos tomar consciencia dos elementos da acção humana.
A Professora questionou então se o acto do jovem pai foi deliberado e se houve intencionalidade, quer dizer, se houve uma finalidade, um objectivo. Se foi um acto consciente, voluntário, intencional e deliberado, então o sujeito foi o agente responsável. Se não foi deliberado, nem intencional, se foi um acto involuntário e inconsciente, pois foi independente da nossa vontade, então o sujeito seria vítima e não responsável pelo acto. Se o acto foi descuidado, imprudente e irreflectido, então o sujeito deve ser responsabilizado, ainda que não houvesse intenção, deliberação ou vontade de praticar o acto.
Uma vez concluido o primeiro objectivo de aula passámos ao segundo objectivo de aula- compreender o que é a filosofia da acção - que foi iniciado com a leitura do texto 2 da página 52 do manual. Da análise deste texto, concluímos que no contexto da filosofia da acção iremos abordar o problema da acção humana. Para o compreendermos enquanto tal, teremos que compreender os conceitos a ele associados: intencionalidade, voluntário, consciente, agente, responsabilidade, motivo, deliberação, decisão.
Concluímos a nossa aula com a compreensão da distinção entre o que fazemos e o que nos acontece. Exemplo do que fazemos: estudar para um teste. Exemplo de algo que acontece: falhar a tinta da caneta. Compreendemos então que no que fazemos somos agentes/actores, temos um papel activo. Por sua vez, o que acontece torna-nos meros receptores/espectadores, com papel passivo.
- O texto apresentava muitos erros ortográficos e algumas imprecisões na apresentação dos conteúdos
Escola D. MANUEL I
2009/2010
Filosofia - 10º ANO
RELATÓRIO DE AULA
Elaborado por:
Ana Adelaide Manzaca Baião
Nº 1
Turma A
Aulas nº 29 e 30
Data: 05/11/2009
Na aula de filosofia do dia 5 de Novembro de 2009, começámos por sumariar o seguinte: critérios de avaliação; Introdução ao estudo da filosofia da Acção. A professora começou então por fazer uma pequena abordagem sobre os critérios de avaliação, em que nos informou sobre como seríamos avaliados e o peso dos elementos na nossa avaliação. Uma vez esclarecidos, pudemos então delinear os objectivos de aula que consistiram em tomar consciência dos elementos da acção humana e compreender o que é a filosofia da acção.
Iniciámos o primeiro objectivo de aula com a leitura do texto 1 da página 51 do nosso manual que relata a notícia de um jornal sobre um jovem pai que se esqueceu de deixar a sua filha bebé no infantário quando ia para o trabalho, permanecendo a criança um dia inteiro dentro do carro, chegando ao fim já sem vida. De seguida respondemos a algumas questões do manual relativas ao mesmo texto, já da página 52, para assim podermos tomar consciencia dos elementos da acção humana.
A Professora questionou então se o acto do jovem pai foi deliberado e se houve intencionalidade, quer dizer, se houve uma finalidade, um objectivo. Se foi um acto consciente, voluntário, intencional e deliberado, então o sujeito foi o agente responsável. Se não foi deliberado, nem intencional, se foi um acto involuntário e inconsciente, pois foi independente da nossa vontade, então o sujeito seria vítima e não responsável pelo acto. Se o acto foi descuidado, imprudente e irreflectido, então o sujeito deve ser responsabilizado, ainda que não houvesse intenção, deliberação ou vontade de praticar o acto.
Uma vez concluido o primeiro objectivo de aula passámos ao segundo objectivo de aula- compreender o que é a filosofia da acção - que foi iniciado com a leitura do texto 2 da página 52 do manual. Da análise deste texto, concluímos que no contexto da filosofia da acção iremos abordar o problema da acção humana. Para o compreendermos enquanto tal, teremos que compreender os conceitos a ele associados: intencionalidade, voluntário, consciente, agente, responsabilidade, motivo, deliberação, decisão.
Concluímos a nossa aula com a compreensão da distinção entre o que fazemos e o que nos acontece. Exemplo do que fazemos: estudar para um teste. Exemplo de algo que acontece: falhar a tinta da caneta. Compreendemos então que no que fazemos somos agentes/actores, temos um papel activo. Por sua vez, o que acontece torna-nos meros receptores/espectadores, com papel passivo.
- O texto apresentava muitos erros ortográficos e algumas imprecisões na apresentação dos conteúdos
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