Diana Macedo
Nº 8 10ºA
Relatório de aula
Aulas nos 55 e 56
12 de Janeiro de 2010
Para dar início à aula, a professora começou por escrever o sumário e, de seguida, definir os objectivos de aula. Estes seriam, em primeiro lugar, defender e criticar as várias definições de valor e, em segundo, reconhecer a problematicidade da definição de valor.
Antes de se proceder ao cumprimento dos objectivos então propostos, a professora introduziu ainda um novo tipo de texto, cujo objectivo era o desenvolvimento de um determinado tema. Para além do comentário de texto e do discurso argumentativo já explorados anteriormente, o desenvolvimento de um tema é outra das competências exigidas aos alunos de Filosofia ao nível da expressão escrita. Como tal, o nosso terceiro trabalho de reflexão filosófica consistia exactamente na redacção de um texto dedicado à “Problematicidade dos valores”, no qual deveríamos apresentar, de uma forma organizada, coerente, rigorosa e crítica, os nossos conhecimentos e opiniões sobre este complexo tema.
Definido o tema e a estrutura do terceiro trabalho de reflexão filosófica, prosseguiu-se então a aula com uma breve revisão do problema da natureza dos valores. Este problema, cuja formulação já havia sido leccionada, levanta a questão dos valores possuírem uma natureza objectiva ou subjectiva. Em resposta a este problema, surgem assim duas teses opostas: o subjectivismo, segundo o qual os valores existem apenas na mente humana, estando por isso dependentes do sujeito humano para garantirem a sua existência; e o objectivismo, que defende a existência independente e exterior dos valores relativamente à mente humana.
Após terem sido recordados e sintetizados todos estes conceitos aprendidos na aula anterior, passou-se à correcção do trabalho de casa, o qual consistia na realização de uma actividade do manual relativa à hierarquização dos valores. Esta actividade propunha que nos colocássemos no papel de alguém que presencia o roubo de uma disquete realizado por um aluno que deseja obter uma melhor classificação em determinado trabalho que o seu colega, dono da disquete. De seguida, teríamos que decidir sobre qual seria a melhor atitude a ter, identificando os valores em confronto neste processo de deliberação e procedendo à sua posterior hierarquização. Na opinião de muitos alunos, seria preferível chamar o ladrão à razão, levando-o a devolver a disquete, se possível com um pedido de desculpas ao seu dono. Outros consideraram a denúncia do ladrão junto ao dono da disquete uma melhor opção. No entanto, poucos ficariam indiferentes perante a acção realizada e ninguém denunciaria o ladrão ao professor que tinha solicitado o trabalho. Isto mostra claramente que os valores de justiça e lealdade estão no topo da hierarquia de valores da maior parte das pessoas, enquanto que a maldade e a inveja ocupam a base da pirâmide. Todos julgariam a acção injusta e, portanto, tentariam agir para evitar que se cometesse uma injustiça. Por outro lado, a lealdade aos colegas seria sempre um valor presente, o que justifica a recusa em denunciar o ladrão directamente ao professor.
Seguidamente, deu-se início ao cumprimento do primeiro objectivo de aula, apresentando-se os argumentos e contra-argumentos para três distintas definições de valor.
Segundo a perspectiva do psicologismo, o qual apoia a tese subjectivista, os valores são vivências pessoais, sendo por isso que diferentes pessoas, com distintas experiências pessoais, fazem diferentes valorações de um mesmo objecto. No entanto, a defesa da exclusiva subjectividade dos valores não consegue explicar a permanência dos mesmos valores ao longo das diferentes épocas históricas e a sua existência em diversos povos que nunca comunicaram entre si.
Outra das definições de valor é proposta pelo chamado naturalismo, o qual, assumindo a tese objectivista, considera o valor uma qualidade intrínseca aos objectos. Esta posição justifica assim o consenso universal existente na valoração de muitos objectos e situações. Por exemplo, no que diz respeito à violência doméstica, a maioria das pessoas é unânime em afirmar que esta é uma prática inaceitável, devendo por isso ser erradicada. Porém, existem outras situações ou objectos cujas valorações diferem de pessoa para pessoa, o que constitui um dos contra-argumentos ao naturalismo. Além disso, também não nos é possível observar essas qualidades que o naturalismo defende serem inerentes aos objectos nos próprios objectos.
Finalmente, existe ainda uma outra posição designada por ontologismo que, assumindo a objectividade do valor, o define como uma ideia que existe de forma independente, num mundo imaterial. Esta foi a perspectiva adoptada por Platão, o qual acreditava na existência de um “mundo das ideias”, onde a nossa alma imaterial e imortal tinha tido a oportunidade de contemplar os diferentes conceitos e ideias. Ao reencarnar num corpo físico, ela recordava então estas ideias de uma forma bastante confusa, o que explica as divergências de valorações encontradas.
Apesar desta última perspectiva ser aparentemente a que melhor justifica todas as provas encontradas, a verdade é que é impossível provar a existência de tal mundo imaterial. Actualmente, o ser humano ainda não consegue conceber a coexistência de dois mundos distintos (o físico e o imaterial), razão pela qual o ontologismo se nos afigura uma perspectiva demasiado fantástica.
Concluídos os dois objectivos de aula, deu-se então a aula por terminada.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Relatório das aulas 53 e 54
Beatriz Piedade
Nº 4 Turma A
Relatório de aula
Aulas nº 53 e 54
07/01/2010
A professora iniciou a aula fazendo uma revisão dos conteúdos leccionados na aula anterior.
Na aula anterior distinguimos juízos de valor de juízos de facto. Os juízos de facto descrevem, o seu valor de verdade é verificável, são objectivos e não são discutíveis, enquanto que os juízos de valor avaliam, o valor da verdade não é verificável, são subjectivos e discutíveis. A professora também falou da tipologia de valores. Analisámos a Tábua de valores de Max Scheler, na tábua verificámos que existem seis tipos de valores sendo eles: valores religiosos; valores éticos ou morais; valores estéticos; valores lógicos; valores vitais; e valores úteis. Depois de analisarmos a tábua de valores, a professora um tpc em que tínhamos de inventar um juízo de valor para cada classe da tipologia de Max Scheler. Após ter falado da tipologia de valores, a professora falou–nos da hierarquia de valores. A hierarquia de valores diz–nos que os valores são hierarquizáveis, porque nós podemos organizá-los nas nossas vidas segundo o seu grau de importância. Essa ordenação pode variar de acordo com o nível da cultura, da história e até da nossa vida pessoal.
Depois da revisão dos conteúdos leccionados anteriormente, a professora passou à correcção do resto do trabalho de casa, em que tínhamos de fazer dois exercícios da página 83 do manual. De seguida, a professora definiu e mencionou os objectivos de aula. Começámos com o primeiro objectivo de aula em que tínhamos de formular o problema da natureza dos valores: Terão os valores uma natureza objectiva ou subjectiva? As teses que lhe dão resposta são o objectivismo e o subjectivismo. O objectivismo origina o naturalismo e o ontologismo enquanto definições do valor. Segundo o naturalismo, os valores são qualidades das coisas e segundo o ontologismo os valores são ideias que existem independentemente quer do sujeito humano, quer das coisas em geral. Do subjectivismo decorre o psicologismo e o emotivismo; o psicologismo diz–nos que os valores são vivências pessoais. O subjectivismo defende que os valores dependem do sujeito humano para existirem, pois existem apenas na mente humana. O objectivismo defende que os valores existem independentemente do homem, pois têm uma existência exterior à mente humana.
Por último, passámos ao terceiro objectivo de aula, onde tínhamos de criticar as três definições de valor que decorrem do subjectivismo e do objectivismo axiológicos, que ficou por concluir.
Nº 4 Turma A
Relatório de aula
Aulas nº 53 e 54
07/01/2010
A professora iniciou a aula fazendo uma revisão dos conteúdos leccionados na aula anterior.
Na aula anterior distinguimos juízos de valor de juízos de facto. Os juízos de facto descrevem, o seu valor de verdade é verificável, são objectivos e não são discutíveis, enquanto que os juízos de valor avaliam, o valor da verdade não é verificável, são subjectivos e discutíveis. A professora também falou da tipologia de valores. Analisámos a Tábua de valores de Max Scheler, na tábua verificámos que existem seis tipos de valores sendo eles: valores religiosos; valores éticos ou morais; valores estéticos; valores lógicos; valores vitais; e valores úteis. Depois de analisarmos a tábua de valores, a professora um tpc em que tínhamos de inventar um juízo de valor para cada classe da tipologia de Max Scheler. Após ter falado da tipologia de valores, a professora falou–nos da hierarquia de valores. A hierarquia de valores diz–nos que os valores são hierarquizáveis, porque nós podemos organizá-los nas nossas vidas segundo o seu grau de importância. Essa ordenação pode variar de acordo com o nível da cultura, da história e até da nossa vida pessoal.
Depois da revisão dos conteúdos leccionados anteriormente, a professora passou à correcção do resto do trabalho de casa, em que tínhamos de fazer dois exercícios da página 83 do manual. De seguida, a professora definiu e mencionou os objectivos de aula. Começámos com o primeiro objectivo de aula em que tínhamos de formular o problema da natureza dos valores: Terão os valores uma natureza objectiva ou subjectiva? As teses que lhe dão resposta são o objectivismo e o subjectivismo. O objectivismo origina o naturalismo e o ontologismo enquanto definições do valor. Segundo o naturalismo, os valores são qualidades das coisas e segundo o ontologismo os valores são ideias que existem independentemente quer do sujeito humano, quer das coisas em geral. Do subjectivismo decorre o psicologismo e o emotivismo; o psicologismo diz–nos que os valores são vivências pessoais. O subjectivismo defende que os valores dependem do sujeito humano para existirem, pois existem apenas na mente humana. O objectivismo defende que os valores existem independentemente do homem, pois têm uma existência exterior à mente humana.
Por último, passámos ao terceiro objectivo de aula, onde tínhamos de criticar as três definições de valor que decorrem do subjectivismo e do objectivismo axiológicos, que ficou por concluir.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Relatório da aulas 51 e 52
Nikita Ivanov
Nº19 Turma A
Relatório de aula
Aulas nº 51 e 52
06/01/2010
Na aula passada começámos a relembrar alguns conceitos da penúltima aula do 1º Período que foram: distinção entre o facto e valor (o facto é material e geralmente observável, enquanto que o valor é imaterial e mental). Falámos sobre valoração que é a atribuição de valor aos factos. Falámos sobre bi-polaridade: apresentação em pares de um valor oposto ao outro. E também falámos sobre experiência valorativa que é o acto pelo qual atribuímos e nos apercebemos dos valores, isto é, o modo como sentimos e captamos ao contactar com os diferentes objectos, situações ou pessoas considerando-os de uma maneira diferente.
A seguir, a professora começou a dar nova matéria, começando por definir o conceito de juízo: operação mental pela qual relacionamos conceitos entre si, de forma negativa ou positiva. A seguir a professora indicou os instrumentos lógicos do pensamento que são: 1º Conceito – representação mental de uma classe de seres; 2º Juízo, que tem 2 conceitos S (sujeito) e P (predicado) e o verbo ser como cópula; e 3º Raciocínio – operação mental em que relacionamos juízos entre si de forma a chegar a uma conclusão. Depois a professora abordou o 1º objectivo da aula com a explicação dos juízos de facto e juízos de valor distinguindo ambos os conceitos, a ambos atribui-se a um sujeito uma qualidade (predicado) mas os 2 casos são diferentes, enquanto que no juízo de facto a qualidade atribuída ao sujeito é verificável, no juízo de valor é o contrário, ou seja, a relação entre o sujeito e o predicado não é verificável. Os juízos de valor apresentam as seguintes características: avaliam, são discutíveis, subjectivos (o predicado depende do sujeito e varia de sujeito para o sujeito) e o valor de verdade não é verificável. Os juízos de facto: são descritivos, não discutíveis, objectivos (o predicado depende do próprio objecto) e o seu valor de verdade é verificável. Depois a professora abordou o 2º objectivo: identificação de diferentes tipos de valores que são valores religiosos, valores éticos, valores estéticos, valores vitais, valores lógicos e valores úteis, de acordo com a tipologia de Max Scheler. De seguida, fizemos exercícios sobre diferentes tipos de valores. E para concluir a professora passou para o 3º objectivo da aula,relativo à hierarquia dos valores com a explicação que os valores são hierarquizáveis porque os podemos ordenar do mais baixo valor até ao mais alto; a hierarquia de valores muitas vezes não é consciente mas é ela que está na base das nossas opções. Varia culturalmente, historicamente e até pessoalmente.
Nº19 Turma A
Relatório de aula
Aulas nº 51 e 52
06/01/2010
Na aula passada começámos a relembrar alguns conceitos da penúltima aula do 1º Período que foram: distinção entre o facto e valor (o facto é material e geralmente observável, enquanto que o valor é imaterial e mental). Falámos sobre valoração que é a atribuição de valor aos factos. Falámos sobre bi-polaridade: apresentação em pares de um valor oposto ao outro. E também falámos sobre experiência valorativa que é o acto pelo qual atribuímos e nos apercebemos dos valores, isto é, o modo como sentimos e captamos ao contactar com os diferentes objectos, situações ou pessoas considerando-os de uma maneira diferente.
A seguir, a professora começou a dar nova matéria, começando por definir o conceito de juízo: operação mental pela qual relacionamos conceitos entre si, de forma negativa ou positiva. A seguir a professora indicou os instrumentos lógicos do pensamento que são: 1º Conceito – representação mental de uma classe de seres; 2º Juízo, que tem 2 conceitos S (sujeito) e P (predicado) e o verbo ser como cópula; e 3º Raciocínio – operação mental em que relacionamos juízos entre si de forma a chegar a uma conclusão. Depois a professora abordou o 1º objectivo da aula com a explicação dos juízos de facto e juízos de valor distinguindo ambos os conceitos, a ambos atribui-se a um sujeito uma qualidade (predicado) mas os 2 casos são diferentes, enquanto que no juízo de facto a qualidade atribuída ao sujeito é verificável, no juízo de valor é o contrário, ou seja, a relação entre o sujeito e o predicado não é verificável. Os juízos de valor apresentam as seguintes características: avaliam, são discutíveis, subjectivos (o predicado depende do sujeito e varia de sujeito para o sujeito) e o valor de verdade não é verificável. Os juízos de facto: são descritivos, não discutíveis, objectivos (o predicado depende do próprio objecto) e o seu valor de verdade é verificável. Depois a professora abordou o 2º objectivo: identificação de diferentes tipos de valores que são valores religiosos, valores éticos, valores estéticos, valores vitais, valores lógicos e valores úteis, de acordo com a tipologia de Max Scheler. De seguida, fizemos exercícios sobre diferentes tipos de valores. E para concluir a professora passou para o 3º objectivo da aula,relativo à hierarquia dos valores com a explicação que os valores são hierarquizáveis porque os podemos ordenar do mais baixo valor até ao mais alto; a hierarquia de valores muitas vezes não é consciente mas é ela que está na base das nossas opções. Varia culturalmente, historicamente e até pessoalmente.
domingo, 3 de janeiro de 2010
Relatório das aulas 47 e 48
Rui Godinho
Nº25 Turma A
Relatório de aula
Aulas nº47 e 48
15/12/2009
A aula foi iniciada com a entrega e correcção dos testes de avaliação.
De seguida, foram definidos pela professora os objectivos de aula que consistiam em distinguir facto de valor e compreender a importância dos valores na vida humana.
Seguidamente, a professora fez um esquema no quadro que distinguia facto de valor. Facto é algo material, geralmente, observável. O valor é imaterial e é uma qualidade que existe mentalmente. Os valores são atribuídos aos factos. Por exemplo, uma caneta é um facto e pode ser atribuído um valor à caneta, por exemplo, utilidade.
A seguir a professora leu o 2º parágrafo da página 79 do manual, que apresentava a definição de axiologia. A Axiologia tem como função analisar a natureza dos valores e defini-los a partir da sua relação com o ser humano.
Depois a professora explicou que os valores apresentam-se de uma forma bipolar, ou seja, em pares em que cada um dos elementos apresenta um valor oposto ao do outro, um é negativo e outro positivo, por exemplo, o bem e o mal, o justo e o injusto, etc.
De seguida, lemos o 3º parágrafo da página 81 do manual que continha a definição de experiência valorativa. Entendemos por experiência valorativa o acto pelo qual atribuímos e nos apercebemos dos valores, isto é, o modo como os sentimos e captamos ao contactar com os diferentes objectos, situações ou pessoas, levando-nos a considerar tais objectos, situações ou pessoas de uma maneira diferente: com dado valor – bom ou mau, belo ou feio, justo ou injusto, etc.
Seguidamente passámos para o 2º objectivo de aula – compreender a importância dos valores na vida humana. Os valores orientam o nosso projecto de vida, influenciam as nossas decisões e marcam a nossa compreensão do mundo.
Nº25 Turma A
Relatório de aula
Aulas nº47 e 48
15/12/2009
A aula foi iniciada com a entrega e correcção dos testes de avaliação.
De seguida, foram definidos pela professora os objectivos de aula que consistiam em distinguir facto de valor e compreender a importância dos valores na vida humana.
Seguidamente, a professora fez um esquema no quadro que distinguia facto de valor. Facto é algo material, geralmente, observável. O valor é imaterial e é uma qualidade que existe mentalmente. Os valores são atribuídos aos factos. Por exemplo, uma caneta é um facto e pode ser atribuído um valor à caneta, por exemplo, utilidade.
A seguir a professora leu o 2º parágrafo da página 79 do manual, que apresentava a definição de axiologia. A Axiologia tem como função analisar a natureza dos valores e defini-los a partir da sua relação com o ser humano.
Depois a professora explicou que os valores apresentam-se de uma forma bipolar, ou seja, em pares em que cada um dos elementos apresenta um valor oposto ao do outro, um é negativo e outro positivo, por exemplo, o bem e o mal, o justo e o injusto, etc.
De seguida, lemos o 3º parágrafo da página 81 do manual que continha a definição de experiência valorativa. Entendemos por experiência valorativa o acto pelo qual atribuímos e nos apercebemos dos valores, isto é, o modo como os sentimos e captamos ao contactar com os diferentes objectos, situações ou pessoas, levando-nos a considerar tais objectos, situações ou pessoas de uma maneira diferente: com dado valor – bom ou mau, belo ou feio, justo ou injusto, etc.
Seguidamente passámos para o 2º objectivo de aula – compreender a importância dos valores na vida humana. Os valores orientam o nosso projecto de vida, influenciam as nossas decisões e marcam a nossa compreensão do mundo.
domingo, 13 de dezembro de 2009
Correcção do 2º teste
Escola Secundária com 3º ciclo D. Manuel I - Beja
Ano lectivo 2009 / 2010
FILOSOFIA
10º Ano, turma A
Correcção do 2º Teste de Avaliação – 10 Dez 2008
Grupo I
(5 pontos cada = 50 pontos)
1. F
2. F
3. F
4. B
5. G
6. B
7. H
8. A
9. A
10. D
10.Escolher entre o determinismo e o indeterminismo (entre actos causados e actos aleatórios) é um dilema precisamente porque, no fundo, estamos a optar entre uma e a mesma consequência: a negação da liberdade. Logo, a contradição da opção D é apenas aparente. Além disso, a opção entre ser causado ou não ser causado (C) é diferente da opção entre ser causado ou ser aleatório. Ser causado ou não ser causado poderia também ser a opção entre o determinismo e o libertismo.
Grupo II
1.1. Sim, podemos afirmar que o capitão praticou uma acção porque tudo o que o capitão fez foi consciente (ele tinha noção do que se estava a passar) (5 pontos), foi voluntário (ninguém o obrigou a atirar a carga para fora da embarcação) (5 pontos) e intencional (atirou fora a carga para salvar o barco e a vida dos tripulantes). (5 pontos)
1.2. O acto praticado foi atirar a carga pela borda fora (5 pontos) e o motivo foi a grande tempestade. (5 pontos)
1.3. “Se eu mantiver a carga na embarcação, corro o risco de perder a carga, o barco e a vida dos tripulantes. Se deitar a carga borda fora, aumento a probabilidade de conseguir salvar a vida dos tripulantes e a própria embarcação. (15 pontos) No entanto, por muito valiosa que a carga seja, não pode ter mais valor do que a vida dos tripulantes que está à minha responsabilidade. (5 pontos)
1.4. Se assumirmos que o livre-arbítrio existe então o capitão agia livremente uma vez que estava consciente de haver outra opção e não era obrigado a manter a carga no barco. Se quisesse poderia atirá-la ao mar. (7 pontos) Assim sendo, se decidisse manter a carga na embarcação, consciente de que aumentava bastante a probabilidade de naufrágio, seria necessariamente responsável pelas eventuais mortes dos tripulantes. (8 pontos)
2.1. De facto, enquanto seres físicos e biológicos, temos o nosso corpo sujeito às leis da natureza e à sua causalidade (que nos determinam a ser mortais e a beber água). (10 pontos) Porém, nós, humanos, não somos apenas corpo, somos também mente e a nossa mente não é material, logo, não está sujeita às leis do mundo físico. E, por isso, a nossa acção sendo decidida pela mente pode ser livre. (10 pontos)
2.2. Antes da investigação teórica que nos leva a definir a tese libertista, já existe naturalmente a crença de que somos livres e que, portanto, as nossas acções dependem da nossa vontade. (10 pontos) Esta crença é um fundamento da nossa vida e da nossa relação com os outros, com podemos facilmente constatar através das expressões que usamos: expressões de arrependimento, de culpa, de responsabilidade, de castigo e de recompensa pelos nossos actos. (10 pontos)
Grupo III
(50 pontos)
Critérios de correcção:
- Correcta aplicação de conteúdos leccionados
- Apresentação do tema
- Formulação do problema
- Tese claramente apresentada e adequada ao problema
- Domínio da argumentação e contra-argumentação
- Conclusão
Ano lectivo 2009 / 2010
FILOSOFIA
10º Ano, turma A
Correcção do 2º Teste de Avaliação – 10 Dez 2008
Grupo I
(5 pontos cada = 50 pontos)
1. F
2. F
3. F
4. B
5. G
6. B
7. H
8. A
9. A
10. D
10.Escolher entre o determinismo e o indeterminismo (entre actos causados e actos aleatórios) é um dilema precisamente porque, no fundo, estamos a optar entre uma e a mesma consequência: a negação da liberdade. Logo, a contradição da opção D é apenas aparente. Além disso, a opção entre ser causado ou não ser causado (C) é diferente da opção entre ser causado ou ser aleatório. Ser causado ou não ser causado poderia também ser a opção entre o determinismo e o libertismo.
Grupo II
1.1. Sim, podemos afirmar que o capitão praticou uma acção porque tudo o que o capitão fez foi consciente (ele tinha noção do que se estava a passar) (5 pontos), foi voluntário (ninguém o obrigou a atirar a carga para fora da embarcação) (5 pontos) e intencional (atirou fora a carga para salvar o barco e a vida dos tripulantes). (5 pontos)
1.2. O acto praticado foi atirar a carga pela borda fora (5 pontos) e o motivo foi a grande tempestade. (5 pontos)
1.3. “Se eu mantiver a carga na embarcação, corro o risco de perder a carga, o barco e a vida dos tripulantes. Se deitar a carga borda fora, aumento a probabilidade de conseguir salvar a vida dos tripulantes e a própria embarcação. (15 pontos) No entanto, por muito valiosa que a carga seja, não pode ter mais valor do que a vida dos tripulantes que está à minha responsabilidade. (5 pontos)
1.4. Se assumirmos que o livre-arbítrio existe então o capitão agia livremente uma vez que estava consciente de haver outra opção e não era obrigado a manter a carga no barco. Se quisesse poderia atirá-la ao mar. (7 pontos) Assim sendo, se decidisse manter a carga na embarcação, consciente de que aumentava bastante a probabilidade de naufrágio, seria necessariamente responsável pelas eventuais mortes dos tripulantes. (8 pontos)
2.1. De facto, enquanto seres físicos e biológicos, temos o nosso corpo sujeito às leis da natureza e à sua causalidade (que nos determinam a ser mortais e a beber água). (10 pontos) Porém, nós, humanos, não somos apenas corpo, somos também mente e a nossa mente não é material, logo, não está sujeita às leis do mundo físico. E, por isso, a nossa acção sendo decidida pela mente pode ser livre. (10 pontos)
2.2. Antes da investigação teórica que nos leva a definir a tese libertista, já existe naturalmente a crença de que somos livres e que, portanto, as nossas acções dependem da nossa vontade. (10 pontos) Esta crença é um fundamento da nossa vida e da nossa relação com os outros, com podemos facilmente constatar através das expressões que usamos: expressões de arrependimento, de culpa, de responsabilidade, de castigo e de recompensa pelos nossos actos. (10 pontos)
Grupo III
(50 pontos)
Critérios de correcção:
- Correcta aplicação de conteúdos leccionados
- Apresentação do tema
- Formulação do problema
- Tese claramente apresentada e adequada ao problema
- Domínio da argumentação e contra-argumentação
- Conclusão
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Relatório das aulas 43 e 44
A aula foi iniciada com a leitura do relatório da aula transacta.
Em seguida foi aberta a lição e a professora definiu e mencionou os objectivos de aula.
Seguidamente, foi feita a correcção do trabalho de casa, o qual consistia na realização do exercício 6, da página 20 do Caderno de Actividades. Este exercício tinha como base um texto relativo à origem de alguns comportamentos violentos. As questões que se seguiam remetiam para os conteúdos que se têm vindo a abordar nas aulas, as teses determinista e libertista. Este texto faz alusão à hipótese de alguns comportamentos violentos estarem relacionados com deficiências cerebrais, que fariam com que os seus portadores não tivessem controlo nas suas acções de maior violência. Assim sendo este texto remete para que os agentes não seriam os responsáveis pelas suas acções.
Foi assim concluído o primeiro ponto do sumário.
Antes de dar início ao 1º objectivo a professora vez ainda referência aos conteúdos que deveríamos ter em conta para o estudo, de preparação para o teste.
Seguiu-se o cumprimento do 1º objectivo de aula que consistia em identificar os diferentes tipos de condicionantes da acção humana. A liberdade que pensamos viver não é uma liberdade absoluta, isto é, não podemos fazer tudo o que queremos. Assim sendo esta é uma liberdade limitada e condicionada, que se manifesta na opção de escolher uma de duas ou mais alternativas possíveis, pesando os prós e os contras dessa mesma escolha. As condicionantes da acção, por um lado limitam, mas por outro proporcionam um campo de possibilidades. Consideram-se assim três tipos de condicionantes da acção humana: condicionantes físico-biológicas; condicionantes psicológicas e por fim condicionantes histórico-culturais.
Todo o homem é condicionado pela morfologia e fisiologia do seu próprio corpo. Possuir um corpo saudável permite desenvolver actividades que um organismo frágil é incapaz de realizar. O modo como nos relacionamos com o meio que nos rodeia depende das características do nosso corpo, algumas dessas características foram geneticamente herdadas dos nossos antepassados. Assim sendo, estas características limitam determinadas acções, mas possibilitam outras. Por exemplo, uma pessoa que tem uma boa constituição física poderia ser um jogador de futebol, mas também poderia não o ser, no entanto tinha essa possibilidade devido às características do seu corpo. Podemos assim dizer que as condicionantes físico-biologicas condicionam o que podemos fazer e como podemos fazer.
No que diz respeito às condicionantes psicológicas, estas também influenciam ou limitam, na medida em que as acções estão dependentes das características psicológicas do seu agente, nomeadamente do seu temperamento, do seu carácter, dos seus estados emocionais como a tristeza e a alegria. Não é possível que o ser humano reaja com alegria ao não concretizar de um sonho. É também de salientar que a determinação de cada indivíduo interfere na acção, isto é, a persistência de cada um perante um obstáculo.
Por fim, relativamente às condicionantes histórico-culturais, estas vêm do exterior, da sociedade. A acção humana depende do ambiente social, cultural e histórico em que se desenrola. Uma acção vai depender do conjunto de regras da sociedade, dos seus hábitos e costumes. O tipo de meio em que o agente se desenvolveu como ser humano e o regime educativo que recebeu também são condicionantes da acção.
O segundo objectivo de aula consistia em reconhecer a nossa crença natural no livre arbítrio. Apesar da existência de teses que negam o livre-arbítrio, isto é, a liberdade humana, e consequentemente a impossibilidade de responsabilizar o agente pela acção, existe uma tendência natural para se acreditar que somos livres. Todo o discurso do dia-a-dia subentende a ideia de liberdade. A própria experiência de vida remete para a ideia de liberdade, visto que temos noção de que embora tivéssemos feito uma coisa, poderíamos ter tomado outra decisão.
Em seguida, para dar continuidade ao segundo objectivo, lemos e analisámos o texto 19 da página 74. Este texto fala-nos uma vez mais da crença natural no livre-arbítrio. O ser humano conduz a sua vida de acordo com a liberdade, isto é, acreditando na responsabilização, castigos e louvores. Questiona ainda se valeria a pena viver sem a crença na liberdade.
Em seguida foi aberta a lição e a professora definiu e mencionou os objectivos de aula.
Seguidamente, foi feita a correcção do trabalho de casa, o qual consistia na realização do exercício 6, da página 20 do Caderno de Actividades. Este exercício tinha como base um texto relativo à origem de alguns comportamentos violentos. As questões que se seguiam remetiam para os conteúdos que se têm vindo a abordar nas aulas, as teses determinista e libertista. Este texto faz alusão à hipótese de alguns comportamentos violentos estarem relacionados com deficiências cerebrais, que fariam com que os seus portadores não tivessem controlo nas suas acções de maior violência. Assim sendo este texto remete para que os agentes não seriam os responsáveis pelas suas acções.
Foi assim concluído o primeiro ponto do sumário.
Antes de dar início ao 1º objectivo a professora vez ainda referência aos conteúdos que deveríamos ter em conta para o estudo, de preparação para o teste.
Seguiu-se o cumprimento do 1º objectivo de aula que consistia em identificar os diferentes tipos de condicionantes da acção humana. A liberdade que pensamos viver não é uma liberdade absoluta, isto é, não podemos fazer tudo o que queremos. Assim sendo esta é uma liberdade limitada e condicionada, que se manifesta na opção de escolher uma de duas ou mais alternativas possíveis, pesando os prós e os contras dessa mesma escolha. As condicionantes da acção, por um lado limitam, mas por outro proporcionam um campo de possibilidades. Consideram-se assim três tipos de condicionantes da acção humana: condicionantes físico-biológicas; condicionantes psicológicas e por fim condicionantes histórico-culturais.
Todo o homem é condicionado pela morfologia e fisiologia do seu próprio corpo. Possuir um corpo saudável permite desenvolver actividades que um organismo frágil é incapaz de realizar. O modo como nos relacionamos com o meio que nos rodeia depende das características do nosso corpo, algumas dessas características foram geneticamente herdadas dos nossos antepassados. Assim sendo, estas características limitam determinadas acções, mas possibilitam outras. Por exemplo, uma pessoa que tem uma boa constituição física poderia ser um jogador de futebol, mas também poderia não o ser, no entanto tinha essa possibilidade devido às características do seu corpo. Podemos assim dizer que as condicionantes físico-biologicas condicionam o que podemos fazer e como podemos fazer.
No que diz respeito às condicionantes psicológicas, estas também influenciam ou limitam, na medida em que as acções estão dependentes das características psicológicas do seu agente, nomeadamente do seu temperamento, do seu carácter, dos seus estados emocionais como a tristeza e a alegria. Não é possível que o ser humano reaja com alegria ao não concretizar de um sonho. É também de salientar que a determinação de cada indivíduo interfere na acção, isto é, a persistência de cada um perante um obstáculo.
Por fim, relativamente às condicionantes histórico-culturais, estas vêm do exterior, da sociedade. A acção humana depende do ambiente social, cultural e histórico em que se desenrola. Uma acção vai depender do conjunto de regras da sociedade, dos seus hábitos e costumes. O tipo de meio em que o agente se desenvolveu como ser humano e o regime educativo que recebeu também são condicionantes da acção.
O segundo objectivo de aula consistia em reconhecer a nossa crença natural no livre arbítrio. Apesar da existência de teses que negam o livre-arbítrio, isto é, a liberdade humana, e consequentemente a impossibilidade de responsabilizar o agente pela acção, existe uma tendência natural para se acreditar que somos livres. Todo o discurso do dia-a-dia subentende a ideia de liberdade. A própria experiência de vida remete para a ideia de liberdade, visto que temos noção de que embora tivéssemos feito uma coisa, poderíamos ter tomado outra decisão.
Em seguida, para dar continuidade ao segundo objectivo, lemos e analisámos o texto 19 da página 74. Este texto fala-nos uma vez mais da crença natural no livre-arbítrio. O ser humano conduz a sua vida de acordo com a liberdade, isto é, acreditando na responsabilização, castigos e louvores. Questiona ainda se valeria a pena viver sem a crença na liberdade.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Relatório das aulas 41 e 42
Francisco Teixeira
Nº 9, Turma A
Relatório de aula
Aulas Nº 41 e 42
Iniciámos a aula por abrir a lição e definir o sumário.
De seguida, a professora introduziu o primeiro tema exposto no sumário, que consistia no dilema do determinismo, o qual consistia na escolha entre a hipótese do determinismo e a do indeterminismo, as quais apresentam uma resposta negativa para a pergunta “Serão as acções humanas livres?”, apesar de apresentarem razões distintas para tal. O determinismo afirma que todas as coisas que acontecem no universo têm uma causa, e como as acções humanas são coisas que acontecem no universo têm também uma causa, enquanto o indeterminismo afirma que nem todas as coisas são determinadas, tendo como base alguns conhecimentos adquiridos pela física quântica. A opção entre as duas teses torna-se um dilema porque ambas trazem as mesmas consequências: negação da liberdade e da consequente responsabilidade do agente. De tal forma que não encontramos motivos suficientes para preferir uma ao invés da outra.
A seguir, a professora definiu os objectivos da aula, que não o haviam sido anteriormente por lapso da mesma.
Em seguimento, vimos como o determinismo e o libertismo se comportam como antíteses uma da outra, para a questão já apresentada no segundo parágrafo.
Para terminar, corrigimos o trabalho de casa que nos tinha sido pedido pela professora, na aula anterior, e que consistia na resolução das alíneas a), b) e c) da actividade da página 73 do manual.
Nº 9, Turma A
Relatório de aula
Aulas Nº 41 e 42
Iniciámos a aula por abrir a lição e definir o sumário.
De seguida, a professora introduziu o primeiro tema exposto no sumário, que consistia no dilema do determinismo, o qual consistia na escolha entre a hipótese do determinismo e a do indeterminismo, as quais apresentam uma resposta negativa para a pergunta “Serão as acções humanas livres?”, apesar de apresentarem razões distintas para tal. O determinismo afirma que todas as coisas que acontecem no universo têm uma causa, e como as acções humanas são coisas que acontecem no universo têm também uma causa, enquanto o indeterminismo afirma que nem todas as coisas são determinadas, tendo como base alguns conhecimentos adquiridos pela física quântica. A opção entre as duas teses torna-se um dilema porque ambas trazem as mesmas consequências: negação da liberdade e da consequente responsabilidade do agente. De tal forma que não encontramos motivos suficientes para preferir uma ao invés da outra.
A seguir, a professora definiu os objectivos da aula, que não o haviam sido anteriormente por lapso da mesma.
Em seguimento, vimos como o determinismo e o libertismo se comportam como antíteses uma da outra, para a questão já apresentada no segundo parágrafo.
Para terminar, corrigimos o trabalho de casa que nos tinha sido pedido pela professora, na aula anterior, e que consistia na resolução das alíneas a), b) e c) da actividade da página 73 do manual.
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