Pedro Ribeiro
Nº20 10ºAno
Relatório de aula
Para dar início à aula, a professora começou por fazer uma breve revisão dos critérios de avaliação, explicando como se classificam as atitudes.
De seguida, definimos os objectivos de aula que são: criticar relativismo cultural e compreender as consequências da tolerância preconizada pelos relativistas.
Depois a professora fez uma chamada oral sobre o que falámos na aula anterior, ou seja, sobre os valores, a cultura, o etnocentrismo e o relativismo cultural.
A cultura, em geral, é aquilo que o Homem produz. Os juízos de valor são um aspecto particular das culturas. A cultura é um fenómeno plural porque existem muitas culturas, é diverso porque todas as culturas são diferentes entre si e é universal porque se manifesta em todos os grupos humanos e em todas as épocas históricas
Definimos também etnocentrismo como sendo uma tendência para nos basearmos nos nossos valores e costumes quando consideramos as outras culturas; é uma tendência para acharmos que os nossos princípios é que estão correctos e não os outros.
De seguida, iniciámos a correcção do trabalho de casa.
Estudámos também o relativismo cultural que é uma atitude de tolerância e de passividade. O relativista cultural defende que se devem respeitar as outras culturas e que cada cultura deve ser avaliada a partir de dentro, ié, a partir de si própria.
Para o segundo objectivo da aula, falámos sobre as consequências do etnocentrismo, ou seja, sobre atitudes discriminatórias como o racismo, a xenofobia, o patriotismo e o nacionalismo exagerados.
A professora mandou ainda para trabalho de casa uma actividade do manual, da pag.105.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Relatório das aulas 59 e 60
Sofia Guerreiro
Nº 27 - 10ºA
Relatório de Aula
Aulas 59 e 60
19 de Janeiro de 2010
Como de costume, a professora iniciou a aula com a realização do sumário e definindo os objectivos da mesma. Estes consistiram em definir cultura, reconhecer a cultura como um fenómeno universal, plural e diverso e comparar relativismo e etnocentrismo cultural.
De seguida, corrigimos o trabalho de casa da aula anterior, que consistia em, partindo de um exemplo (beleza, escravatura ou moda), mostrar como a valoração está dependente de contextos histórico-culturais. Em geral, todos nós chegámos à conclusão que em todos estes exemplos a valoração se foi alterando ao longo dos tempos e que em função dos diferentes povos. Por exemplo, a escravatura, apesar de ter sido, durante muito tempo, um acto aceite, actualmente, é algo ilegal.
Após a reflexão sobre este trabalho, conseguimos relacionar estes exemplos com a tese relativa à natureza dos valores, estudada na última aula: o relativismo, que concebe o valor como algo que varia ao longo do tempo e do espaço e que tem uma natureza iminentemente social. No entanto, o relativismo axiológico não soluciona o problema da natureza dos valores, pois apresenta-os como o produto de uma sociedade numa determinada época, mas não explica a aparente universalidade de alguns valores que permanecem ao longo da história e que são transversais a diversas culturas.
Com isto, iniciámos o estudo da cultura, definindo a mesma como tudo aquilo que o homem produz. Contudo, esta é uma definição da cultura, existindo também a de uma cultura, que se resume ao conjunto de manifestações materiais e imateriais que reflectem a especificidade de um grupo de indivíduos na sua maneira de sentir, pensar e agir.
Ao mesmo tempo que procurávamos definir cultura, analisámos o texto 9 da página 95, onde concluímos que, no quotidiano, consideramos cultura como “as coisas mais elevadas do espírito”, como a arte, literatura, música e pintura. Porém, os sociólogos incluem no conceito estas actividades e muitas outras.
Posteriormente, considerámos cultura como um fenómeno plural e diverso, por existirem modelos de comportamento, hábitos e costumes diferentes, e universal, isto é, presente em todos os tempos e regiões do planeta habitadas pelo homem. Para comprovar este fenómeno, analisámos o texto 11, da página 97, que nos mostra a cultura do povo esquimó, uma vez que este tem costumes bastante diferentes dos nossos.
Por fim, passámos ao estudo e diferenciação do etnocentrismo em relação ao relativismo culturais. Estudámos que o etnocentrismo promove a assimilação de umas culturas por outras, por ser uma visão centrada ou egocêntrica, e que o relativismo, pelo contrário, promove a separação, aceitando e respeitando a diversidade cultural. A atitude etnocêntrica é a atitude daquele que avalia as outras culturas tomando como centro de referência a sua própria cultura e que, julgando a sua cultura a correcta, sente-se no direito de impor a sua cultura aos outros.
Nº 27 - 10ºA
Relatório de Aula
Aulas 59 e 60
19 de Janeiro de 2010
Como de costume, a professora iniciou a aula com a realização do sumário e definindo os objectivos da mesma. Estes consistiram em definir cultura, reconhecer a cultura como um fenómeno universal, plural e diverso e comparar relativismo e etnocentrismo cultural.
De seguida, corrigimos o trabalho de casa da aula anterior, que consistia em, partindo de um exemplo (beleza, escravatura ou moda), mostrar como a valoração está dependente de contextos histórico-culturais. Em geral, todos nós chegámos à conclusão que em todos estes exemplos a valoração se foi alterando ao longo dos tempos e que em função dos diferentes povos. Por exemplo, a escravatura, apesar de ter sido, durante muito tempo, um acto aceite, actualmente, é algo ilegal.
Após a reflexão sobre este trabalho, conseguimos relacionar estes exemplos com a tese relativa à natureza dos valores, estudada na última aula: o relativismo, que concebe o valor como algo que varia ao longo do tempo e do espaço e que tem uma natureza iminentemente social. No entanto, o relativismo axiológico não soluciona o problema da natureza dos valores, pois apresenta-os como o produto de uma sociedade numa determinada época, mas não explica a aparente universalidade de alguns valores que permanecem ao longo da história e que são transversais a diversas culturas.
Com isto, iniciámos o estudo da cultura, definindo a mesma como tudo aquilo que o homem produz. Contudo, esta é uma definição da cultura, existindo também a de uma cultura, que se resume ao conjunto de manifestações materiais e imateriais que reflectem a especificidade de um grupo de indivíduos na sua maneira de sentir, pensar e agir.
Ao mesmo tempo que procurávamos definir cultura, analisámos o texto 9 da página 95, onde concluímos que, no quotidiano, consideramos cultura como “as coisas mais elevadas do espírito”, como a arte, literatura, música e pintura. Porém, os sociólogos incluem no conceito estas actividades e muitas outras.
Posteriormente, considerámos cultura como um fenómeno plural e diverso, por existirem modelos de comportamento, hábitos e costumes diferentes, e universal, isto é, presente em todos os tempos e regiões do planeta habitadas pelo homem. Para comprovar este fenómeno, analisámos o texto 11, da página 97, que nos mostra a cultura do povo esquimó, uma vez que este tem costumes bastante diferentes dos nossos.
Por fim, passámos ao estudo e diferenciação do etnocentrismo em relação ao relativismo culturais. Estudámos que o etnocentrismo promove a assimilação de umas culturas por outras, por ser uma visão centrada ou egocêntrica, e que o relativismo, pelo contrário, promove a separação, aceitando e respeitando a diversidade cultural. A atitude etnocêntrica é a atitude daquele que avalia as outras culturas tomando como centro de referência a sua própria cultura e que, julgando a sua cultura a correcta, sente-se no direito de impor a sua cultura aos outros.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Relatório das aulas 57 e 58
José Morais
Nº14 10ºA
Relatório de aula
Aulas 57 e 58
A professora iniciou a aula fazendo uma breve revisão dos conteúdos leccionados na aula anterior.
Em seguida a professora definiu os objectivos de aula, que foram os seguintes: “compreender a diferença entre subjectivismo e objectivismo axiológicos” e “distinguir diferentes níveis de critérios valorativos”. Falámos um pouco sobre os pressupostos da teoria platónica referindo dois: a dualidade antropológica e a dualidade ontológica. Avançámos esclarecendo esta última dualidade definindo-a como um mundo dividido em duas partes: o mundo sensível (físico), que e conhecido através do nosso corpo, mais propriamente, através dos nossos órgãos sensoriais, e um mundo inteligível (imaterial), isto é, só pode ser conhecido através do nosso intelecto/alma/razão.
Depois disto, concluímos os contra-argumentos para o ontologismo, que tinham ficado pendentes da última aula.
Em seguida, começámos a abordagem de um novo tema: o relativismo axiológico. Segundo o Relativismo, o valor não é objectivo nem subjectivo, mas sim intersubjectivo, ou seja, vai para além da subjectividade, existe entre sujeitos. O relativismo axiológico diz que o valor não é pessoal nem objectivo, é sim uma apreciação histórica, cultural e social (algo partilhado por indivíduos de uma mesma época, mesma cultura e da mesma sociedade).
Utilizando o nosso manual, lemos e analisámos alguns textos respectivamente ao relativismo axiológico.
Passámos então para o segundo objectivo de aula: “distinguir os diferentes critérios valorativos”. Entendemos por critério valorativo o princípio ou condição que serve de base à valoração e que permite distinguir as coisas valiosas das não valiosas, e dentro das valiosas, as que são mais importantes e as que são menos importantes. Podemos ainda considerar três diferentes níveis de determinação dos mesmos critérios, são estes:
O Pessoal, refere-se ao íntimo de cada pessoa com as suas características pessoais: gostos, interesses, etc; o Colectivo, refere-se ao sujeito do ponto de vista social e cultural: os seus costumes, ideias ou formas de estar em grupo; e o Universal, refere-se ao sujeito como um ser-no-mundo: sensível aos outros, que coabitam o planeta, bem como ao próprio espaço habitado.
E assim completámos todos os objectivos de aula e a professora deu a aula como terminada.
Nº14 10ºA
Relatório de aula
Aulas 57 e 58
A professora iniciou a aula fazendo uma breve revisão dos conteúdos leccionados na aula anterior.
Em seguida a professora definiu os objectivos de aula, que foram os seguintes: “compreender a diferença entre subjectivismo e objectivismo axiológicos” e “distinguir diferentes níveis de critérios valorativos”. Falámos um pouco sobre os pressupostos da teoria platónica referindo dois: a dualidade antropológica e a dualidade ontológica. Avançámos esclarecendo esta última dualidade definindo-a como um mundo dividido em duas partes: o mundo sensível (físico), que e conhecido através do nosso corpo, mais propriamente, através dos nossos órgãos sensoriais, e um mundo inteligível (imaterial), isto é, só pode ser conhecido através do nosso intelecto/alma/razão.
Depois disto, concluímos os contra-argumentos para o ontologismo, que tinham ficado pendentes da última aula.
Em seguida, começámos a abordagem de um novo tema: o relativismo axiológico. Segundo o Relativismo, o valor não é objectivo nem subjectivo, mas sim intersubjectivo, ou seja, vai para além da subjectividade, existe entre sujeitos. O relativismo axiológico diz que o valor não é pessoal nem objectivo, é sim uma apreciação histórica, cultural e social (algo partilhado por indivíduos de uma mesma época, mesma cultura e da mesma sociedade).
Utilizando o nosso manual, lemos e analisámos alguns textos respectivamente ao relativismo axiológico.
Passámos então para o segundo objectivo de aula: “distinguir os diferentes critérios valorativos”. Entendemos por critério valorativo o princípio ou condição que serve de base à valoração e que permite distinguir as coisas valiosas das não valiosas, e dentro das valiosas, as que são mais importantes e as que são menos importantes. Podemos ainda considerar três diferentes níveis de determinação dos mesmos critérios, são estes:
O Pessoal, refere-se ao íntimo de cada pessoa com as suas características pessoais: gostos, interesses, etc; o Colectivo, refere-se ao sujeito do ponto de vista social e cultural: os seus costumes, ideias ou formas de estar em grupo; e o Universal, refere-se ao sujeito como um ser-no-mundo: sensível aos outros, que coabitam o planeta, bem como ao próprio espaço habitado.
E assim completámos todos os objectivos de aula e a professora deu a aula como terminada.
Relatório das aulas 55 e 56
Diana Macedo
Nº 8 10ºA
Relatório de aula
Aulas nos 55 e 56
12 de Janeiro de 2010
Para dar início à aula, a professora começou por escrever o sumário e, de seguida, definir os objectivos de aula. Estes seriam, em primeiro lugar, defender e criticar as várias definições de valor e, em segundo, reconhecer a problematicidade da definição de valor.
Antes de se proceder ao cumprimento dos objectivos então propostos, a professora introduziu ainda um novo tipo de texto, cujo objectivo era o desenvolvimento de um determinado tema. Para além do comentário de texto e do discurso argumentativo já explorados anteriormente, o desenvolvimento de um tema é outra das competências exigidas aos alunos de Filosofia ao nível da expressão escrita. Como tal, o nosso terceiro trabalho de reflexão filosófica consistia exactamente na redacção de um texto dedicado à “Problematicidade dos valores”, no qual deveríamos apresentar, de uma forma organizada, coerente, rigorosa e crítica, os nossos conhecimentos e opiniões sobre este complexo tema.
Definido o tema e a estrutura do terceiro trabalho de reflexão filosófica, prosseguiu-se então a aula com uma breve revisão do problema da natureza dos valores. Este problema, cuja formulação já havia sido leccionada, levanta a questão dos valores possuírem uma natureza objectiva ou subjectiva. Em resposta a este problema, surgem assim duas teses opostas: o subjectivismo, segundo o qual os valores existem apenas na mente humana, estando por isso dependentes do sujeito humano para garantirem a sua existência; e o objectivismo, que defende a existência independente e exterior dos valores relativamente à mente humana.
Após terem sido recordados e sintetizados todos estes conceitos aprendidos na aula anterior, passou-se à correcção do trabalho de casa, o qual consistia na realização de uma actividade do manual relativa à hierarquização dos valores. Esta actividade propunha que nos colocássemos no papel de alguém que presencia o roubo de uma disquete realizado por um aluno que deseja obter uma melhor classificação em determinado trabalho que o seu colega, dono da disquete. De seguida, teríamos que decidir sobre qual seria a melhor atitude a ter, identificando os valores em confronto neste processo de deliberação e procedendo à sua posterior hierarquização. Na opinião de muitos alunos, seria preferível chamar o ladrão à razão, levando-o a devolver a disquete, se possível com um pedido de desculpas ao seu dono. Outros consideraram a denúncia do ladrão junto ao dono da disquete uma melhor opção. No entanto, poucos ficariam indiferentes perante a acção realizada e ninguém denunciaria o ladrão ao professor que tinha solicitado o trabalho. Isto mostra claramente que os valores de justiça e lealdade estão no topo da hierarquia de valores da maior parte das pessoas, enquanto que a maldade e a inveja ocupam a base da pirâmide. Todos julgariam a acção injusta e, portanto, tentariam agir para evitar que se cometesse uma injustiça. Por outro lado, a lealdade aos colegas seria sempre um valor presente, o que justifica a recusa em denunciar o ladrão directamente ao professor.
Seguidamente, deu-se início ao cumprimento do primeiro objectivo de aula, apresentando-se os argumentos e contra-argumentos para três distintas definições de valor.
Segundo a perspectiva do psicologismo, o qual apoia a tese subjectivista, os valores são vivências pessoais, sendo por isso que diferentes pessoas, com distintas experiências pessoais, fazem diferentes valorações de um mesmo objecto. No entanto, a defesa da exclusiva subjectividade dos valores não consegue explicar a permanência dos mesmos valores ao longo das diferentes épocas históricas e a sua existência em diversos povos que nunca comunicaram entre si.
Outra das definições de valor é proposta pelo chamado naturalismo, o qual, assumindo a tese objectivista, considera o valor uma qualidade intrínseca aos objectos. Esta posição justifica assim o consenso universal existente na valoração de muitos objectos e situações. Por exemplo, no que diz respeito à violência doméstica, a maioria das pessoas é unânime em afirmar que esta é uma prática inaceitável, devendo por isso ser erradicada. Porém, existem outras situações ou objectos cujas valorações diferem de pessoa para pessoa, o que constitui um dos contra-argumentos ao naturalismo. Além disso, também não nos é possível observar essas qualidades que o naturalismo defende serem inerentes aos objectos nos próprios objectos.
Finalmente, existe ainda uma outra posição designada por ontologismo que, assumindo a objectividade do valor, o define como uma ideia que existe de forma independente, num mundo imaterial. Esta foi a perspectiva adoptada por Platão, o qual acreditava na existência de um “mundo das ideias”, onde a nossa alma imaterial e imortal tinha tido a oportunidade de contemplar os diferentes conceitos e ideias. Ao reencarnar num corpo físico, ela recordava então estas ideias de uma forma bastante confusa, o que explica as divergências de valorações encontradas.
Apesar desta última perspectiva ser aparentemente a que melhor justifica todas as provas encontradas, a verdade é que é impossível provar a existência de tal mundo imaterial. Actualmente, o ser humano ainda não consegue conceber a coexistência de dois mundos distintos (o físico e o imaterial), razão pela qual o ontologismo se nos afigura uma perspectiva demasiado fantástica.
Concluídos os dois objectivos de aula, deu-se então a aula por terminada.
Nº 8 10ºA
Relatório de aula
Aulas nos 55 e 56
12 de Janeiro de 2010
Para dar início à aula, a professora começou por escrever o sumário e, de seguida, definir os objectivos de aula. Estes seriam, em primeiro lugar, defender e criticar as várias definições de valor e, em segundo, reconhecer a problematicidade da definição de valor.
Antes de se proceder ao cumprimento dos objectivos então propostos, a professora introduziu ainda um novo tipo de texto, cujo objectivo era o desenvolvimento de um determinado tema. Para além do comentário de texto e do discurso argumentativo já explorados anteriormente, o desenvolvimento de um tema é outra das competências exigidas aos alunos de Filosofia ao nível da expressão escrita. Como tal, o nosso terceiro trabalho de reflexão filosófica consistia exactamente na redacção de um texto dedicado à “Problematicidade dos valores”, no qual deveríamos apresentar, de uma forma organizada, coerente, rigorosa e crítica, os nossos conhecimentos e opiniões sobre este complexo tema.
Definido o tema e a estrutura do terceiro trabalho de reflexão filosófica, prosseguiu-se então a aula com uma breve revisão do problema da natureza dos valores. Este problema, cuja formulação já havia sido leccionada, levanta a questão dos valores possuírem uma natureza objectiva ou subjectiva. Em resposta a este problema, surgem assim duas teses opostas: o subjectivismo, segundo o qual os valores existem apenas na mente humana, estando por isso dependentes do sujeito humano para garantirem a sua existência; e o objectivismo, que defende a existência independente e exterior dos valores relativamente à mente humana.
Após terem sido recordados e sintetizados todos estes conceitos aprendidos na aula anterior, passou-se à correcção do trabalho de casa, o qual consistia na realização de uma actividade do manual relativa à hierarquização dos valores. Esta actividade propunha que nos colocássemos no papel de alguém que presencia o roubo de uma disquete realizado por um aluno que deseja obter uma melhor classificação em determinado trabalho que o seu colega, dono da disquete. De seguida, teríamos que decidir sobre qual seria a melhor atitude a ter, identificando os valores em confronto neste processo de deliberação e procedendo à sua posterior hierarquização. Na opinião de muitos alunos, seria preferível chamar o ladrão à razão, levando-o a devolver a disquete, se possível com um pedido de desculpas ao seu dono. Outros consideraram a denúncia do ladrão junto ao dono da disquete uma melhor opção. No entanto, poucos ficariam indiferentes perante a acção realizada e ninguém denunciaria o ladrão ao professor que tinha solicitado o trabalho. Isto mostra claramente que os valores de justiça e lealdade estão no topo da hierarquia de valores da maior parte das pessoas, enquanto que a maldade e a inveja ocupam a base da pirâmide. Todos julgariam a acção injusta e, portanto, tentariam agir para evitar que se cometesse uma injustiça. Por outro lado, a lealdade aos colegas seria sempre um valor presente, o que justifica a recusa em denunciar o ladrão directamente ao professor.
Seguidamente, deu-se início ao cumprimento do primeiro objectivo de aula, apresentando-se os argumentos e contra-argumentos para três distintas definições de valor.
Segundo a perspectiva do psicologismo, o qual apoia a tese subjectivista, os valores são vivências pessoais, sendo por isso que diferentes pessoas, com distintas experiências pessoais, fazem diferentes valorações de um mesmo objecto. No entanto, a defesa da exclusiva subjectividade dos valores não consegue explicar a permanência dos mesmos valores ao longo das diferentes épocas históricas e a sua existência em diversos povos que nunca comunicaram entre si.
Outra das definições de valor é proposta pelo chamado naturalismo, o qual, assumindo a tese objectivista, considera o valor uma qualidade intrínseca aos objectos. Esta posição justifica assim o consenso universal existente na valoração de muitos objectos e situações. Por exemplo, no que diz respeito à violência doméstica, a maioria das pessoas é unânime em afirmar que esta é uma prática inaceitável, devendo por isso ser erradicada. Porém, existem outras situações ou objectos cujas valorações diferem de pessoa para pessoa, o que constitui um dos contra-argumentos ao naturalismo. Além disso, também não nos é possível observar essas qualidades que o naturalismo defende serem inerentes aos objectos nos próprios objectos.
Finalmente, existe ainda uma outra posição designada por ontologismo que, assumindo a objectividade do valor, o define como uma ideia que existe de forma independente, num mundo imaterial. Esta foi a perspectiva adoptada por Platão, o qual acreditava na existência de um “mundo das ideias”, onde a nossa alma imaterial e imortal tinha tido a oportunidade de contemplar os diferentes conceitos e ideias. Ao reencarnar num corpo físico, ela recordava então estas ideias de uma forma bastante confusa, o que explica as divergências de valorações encontradas.
Apesar desta última perspectiva ser aparentemente a que melhor justifica todas as provas encontradas, a verdade é que é impossível provar a existência de tal mundo imaterial. Actualmente, o ser humano ainda não consegue conceber a coexistência de dois mundos distintos (o físico e o imaterial), razão pela qual o ontologismo se nos afigura uma perspectiva demasiado fantástica.
Concluídos os dois objectivos de aula, deu-se então a aula por terminada.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Relatório das aulas 53 e 54
Beatriz Piedade
Nº 4 Turma A
Relatório de aula
Aulas nº 53 e 54
07/01/2010
A professora iniciou a aula fazendo uma revisão dos conteúdos leccionados na aula anterior.
Na aula anterior distinguimos juízos de valor de juízos de facto. Os juízos de facto descrevem, o seu valor de verdade é verificável, são objectivos e não são discutíveis, enquanto que os juízos de valor avaliam, o valor da verdade não é verificável, são subjectivos e discutíveis. A professora também falou da tipologia de valores. Analisámos a Tábua de valores de Max Scheler, na tábua verificámos que existem seis tipos de valores sendo eles: valores religiosos; valores éticos ou morais; valores estéticos; valores lógicos; valores vitais; e valores úteis. Depois de analisarmos a tábua de valores, a professora um tpc em que tínhamos de inventar um juízo de valor para cada classe da tipologia de Max Scheler. Após ter falado da tipologia de valores, a professora falou–nos da hierarquia de valores. A hierarquia de valores diz–nos que os valores são hierarquizáveis, porque nós podemos organizá-los nas nossas vidas segundo o seu grau de importância. Essa ordenação pode variar de acordo com o nível da cultura, da história e até da nossa vida pessoal.
Depois da revisão dos conteúdos leccionados anteriormente, a professora passou à correcção do resto do trabalho de casa, em que tínhamos de fazer dois exercícios da página 83 do manual. De seguida, a professora definiu e mencionou os objectivos de aula. Começámos com o primeiro objectivo de aula em que tínhamos de formular o problema da natureza dos valores: Terão os valores uma natureza objectiva ou subjectiva? As teses que lhe dão resposta são o objectivismo e o subjectivismo. O objectivismo origina o naturalismo e o ontologismo enquanto definições do valor. Segundo o naturalismo, os valores são qualidades das coisas e segundo o ontologismo os valores são ideias que existem independentemente quer do sujeito humano, quer das coisas em geral. Do subjectivismo decorre o psicologismo e o emotivismo; o psicologismo diz–nos que os valores são vivências pessoais. O subjectivismo defende que os valores dependem do sujeito humano para existirem, pois existem apenas na mente humana. O objectivismo defende que os valores existem independentemente do homem, pois têm uma existência exterior à mente humana.
Por último, passámos ao terceiro objectivo de aula, onde tínhamos de criticar as três definições de valor que decorrem do subjectivismo e do objectivismo axiológicos, que ficou por concluir.
Nº 4 Turma A
Relatório de aula
Aulas nº 53 e 54
07/01/2010
A professora iniciou a aula fazendo uma revisão dos conteúdos leccionados na aula anterior.
Na aula anterior distinguimos juízos de valor de juízos de facto. Os juízos de facto descrevem, o seu valor de verdade é verificável, são objectivos e não são discutíveis, enquanto que os juízos de valor avaliam, o valor da verdade não é verificável, são subjectivos e discutíveis. A professora também falou da tipologia de valores. Analisámos a Tábua de valores de Max Scheler, na tábua verificámos que existem seis tipos de valores sendo eles: valores religiosos; valores éticos ou morais; valores estéticos; valores lógicos; valores vitais; e valores úteis. Depois de analisarmos a tábua de valores, a professora um tpc em que tínhamos de inventar um juízo de valor para cada classe da tipologia de Max Scheler. Após ter falado da tipologia de valores, a professora falou–nos da hierarquia de valores. A hierarquia de valores diz–nos que os valores são hierarquizáveis, porque nós podemos organizá-los nas nossas vidas segundo o seu grau de importância. Essa ordenação pode variar de acordo com o nível da cultura, da história e até da nossa vida pessoal.
Depois da revisão dos conteúdos leccionados anteriormente, a professora passou à correcção do resto do trabalho de casa, em que tínhamos de fazer dois exercícios da página 83 do manual. De seguida, a professora definiu e mencionou os objectivos de aula. Começámos com o primeiro objectivo de aula em que tínhamos de formular o problema da natureza dos valores: Terão os valores uma natureza objectiva ou subjectiva? As teses que lhe dão resposta são o objectivismo e o subjectivismo. O objectivismo origina o naturalismo e o ontologismo enquanto definições do valor. Segundo o naturalismo, os valores são qualidades das coisas e segundo o ontologismo os valores são ideias que existem independentemente quer do sujeito humano, quer das coisas em geral. Do subjectivismo decorre o psicologismo e o emotivismo; o psicologismo diz–nos que os valores são vivências pessoais. O subjectivismo defende que os valores dependem do sujeito humano para existirem, pois existem apenas na mente humana. O objectivismo defende que os valores existem independentemente do homem, pois têm uma existência exterior à mente humana.
Por último, passámos ao terceiro objectivo de aula, onde tínhamos de criticar as três definições de valor que decorrem do subjectivismo e do objectivismo axiológicos, que ficou por concluir.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Relatório da aulas 51 e 52
Nikita Ivanov
Nº19 Turma A
Relatório de aula
Aulas nº 51 e 52
06/01/2010
Na aula passada começámos a relembrar alguns conceitos da penúltima aula do 1º Período que foram: distinção entre o facto e valor (o facto é material e geralmente observável, enquanto que o valor é imaterial e mental). Falámos sobre valoração que é a atribuição de valor aos factos. Falámos sobre bi-polaridade: apresentação em pares de um valor oposto ao outro. E também falámos sobre experiência valorativa que é o acto pelo qual atribuímos e nos apercebemos dos valores, isto é, o modo como sentimos e captamos ao contactar com os diferentes objectos, situações ou pessoas considerando-os de uma maneira diferente.
A seguir, a professora começou a dar nova matéria, começando por definir o conceito de juízo: operação mental pela qual relacionamos conceitos entre si, de forma negativa ou positiva. A seguir a professora indicou os instrumentos lógicos do pensamento que são: 1º Conceito – representação mental de uma classe de seres; 2º Juízo, que tem 2 conceitos S (sujeito) e P (predicado) e o verbo ser como cópula; e 3º Raciocínio – operação mental em que relacionamos juízos entre si de forma a chegar a uma conclusão. Depois a professora abordou o 1º objectivo da aula com a explicação dos juízos de facto e juízos de valor distinguindo ambos os conceitos, a ambos atribui-se a um sujeito uma qualidade (predicado) mas os 2 casos são diferentes, enquanto que no juízo de facto a qualidade atribuída ao sujeito é verificável, no juízo de valor é o contrário, ou seja, a relação entre o sujeito e o predicado não é verificável. Os juízos de valor apresentam as seguintes características: avaliam, são discutíveis, subjectivos (o predicado depende do sujeito e varia de sujeito para o sujeito) e o valor de verdade não é verificável. Os juízos de facto: são descritivos, não discutíveis, objectivos (o predicado depende do próprio objecto) e o seu valor de verdade é verificável. Depois a professora abordou o 2º objectivo: identificação de diferentes tipos de valores que são valores religiosos, valores éticos, valores estéticos, valores vitais, valores lógicos e valores úteis, de acordo com a tipologia de Max Scheler. De seguida, fizemos exercícios sobre diferentes tipos de valores. E para concluir a professora passou para o 3º objectivo da aula,relativo à hierarquia dos valores com a explicação que os valores são hierarquizáveis porque os podemos ordenar do mais baixo valor até ao mais alto; a hierarquia de valores muitas vezes não é consciente mas é ela que está na base das nossas opções. Varia culturalmente, historicamente e até pessoalmente.
Nº19 Turma A
Relatório de aula
Aulas nº 51 e 52
06/01/2010
Na aula passada começámos a relembrar alguns conceitos da penúltima aula do 1º Período que foram: distinção entre o facto e valor (o facto é material e geralmente observável, enquanto que o valor é imaterial e mental). Falámos sobre valoração que é a atribuição de valor aos factos. Falámos sobre bi-polaridade: apresentação em pares de um valor oposto ao outro. E também falámos sobre experiência valorativa que é o acto pelo qual atribuímos e nos apercebemos dos valores, isto é, o modo como sentimos e captamos ao contactar com os diferentes objectos, situações ou pessoas considerando-os de uma maneira diferente.
A seguir, a professora começou a dar nova matéria, começando por definir o conceito de juízo: operação mental pela qual relacionamos conceitos entre si, de forma negativa ou positiva. A seguir a professora indicou os instrumentos lógicos do pensamento que são: 1º Conceito – representação mental de uma classe de seres; 2º Juízo, que tem 2 conceitos S (sujeito) e P (predicado) e o verbo ser como cópula; e 3º Raciocínio – operação mental em que relacionamos juízos entre si de forma a chegar a uma conclusão. Depois a professora abordou o 1º objectivo da aula com a explicação dos juízos de facto e juízos de valor distinguindo ambos os conceitos, a ambos atribui-se a um sujeito uma qualidade (predicado) mas os 2 casos são diferentes, enquanto que no juízo de facto a qualidade atribuída ao sujeito é verificável, no juízo de valor é o contrário, ou seja, a relação entre o sujeito e o predicado não é verificável. Os juízos de valor apresentam as seguintes características: avaliam, são discutíveis, subjectivos (o predicado depende do sujeito e varia de sujeito para o sujeito) e o valor de verdade não é verificável. Os juízos de facto: são descritivos, não discutíveis, objectivos (o predicado depende do próprio objecto) e o seu valor de verdade é verificável. Depois a professora abordou o 2º objectivo: identificação de diferentes tipos de valores que são valores religiosos, valores éticos, valores estéticos, valores vitais, valores lógicos e valores úteis, de acordo com a tipologia de Max Scheler. De seguida, fizemos exercícios sobre diferentes tipos de valores. E para concluir a professora passou para o 3º objectivo da aula,relativo à hierarquia dos valores com a explicação que os valores são hierarquizáveis porque os podemos ordenar do mais baixo valor até ao mais alto; a hierarquia de valores muitas vezes não é consciente mas é ela que está na base das nossas opções. Varia culturalmente, historicamente e até pessoalmente.
domingo, 3 de janeiro de 2010
Relatório das aulas 47 e 48
Rui Godinho
Nº25 Turma A
Relatório de aula
Aulas nº47 e 48
15/12/2009
A aula foi iniciada com a entrega e correcção dos testes de avaliação.
De seguida, foram definidos pela professora os objectivos de aula que consistiam em distinguir facto de valor e compreender a importância dos valores na vida humana.
Seguidamente, a professora fez um esquema no quadro que distinguia facto de valor. Facto é algo material, geralmente, observável. O valor é imaterial e é uma qualidade que existe mentalmente. Os valores são atribuídos aos factos. Por exemplo, uma caneta é um facto e pode ser atribuído um valor à caneta, por exemplo, utilidade.
A seguir a professora leu o 2º parágrafo da página 79 do manual, que apresentava a definição de axiologia. A Axiologia tem como função analisar a natureza dos valores e defini-los a partir da sua relação com o ser humano.
Depois a professora explicou que os valores apresentam-se de uma forma bipolar, ou seja, em pares em que cada um dos elementos apresenta um valor oposto ao do outro, um é negativo e outro positivo, por exemplo, o bem e o mal, o justo e o injusto, etc.
De seguida, lemos o 3º parágrafo da página 81 do manual que continha a definição de experiência valorativa. Entendemos por experiência valorativa o acto pelo qual atribuímos e nos apercebemos dos valores, isto é, o modo como os sentimos e captamos ao contactar com os diferentes objectos, situações ou pessoas, levando-nos a considerar tais objectos, situações ou pessoas de uma maneira diferente: com dado valor – bom ou mau, belo ou feio, justo ou injusto, etc.
Seguidamente passámos para o 2º objectivo de aula – compreender a importância dos valores na vida humana. Os valores orientam o nosso projecto de vida, influenciam as nossas decisões e marcam a nossa compreensão do mundo.
Nº25 Turma A
Relatório de aula
Aulas nº47 e 48
15/12/2009
A aula foi iniciada com a entrega e correcção dos testes de avaliação.
De seguida, foram definidos pela professora os objectivos de aula que consistiam em distinguir facto de valor e compreender a importância dos valores na vida humana.
Seguidamente, a professora fez um esquema no quadro que distinguia facto de valor. Facto é algo material, geralmente, observável. O valor é imaterial e é uma qualidade que existe mentalmente. Os valores são atribuídos aos factos. Por exemplo, uma caneta é um facto e pode ser atribuído um valor à caneta, por exemplo, utilidade.
A seguir a professora leu o 2º parágrafo da página 79 do manual, que apresentava a definição de axiologia. A Axiologia tem como função analisar a natureza dos valores e defini-los a partir da sua relação com o ser humano.
Depois a professora explicou que os valores apresentam-se de uma forma bipolar, ou seja, em pares em que cada um dos elementos apresenta um valor oposto ao do outro, um é negativo e outro positivo, por exemplo, o bem e o mal, o justo e o injusto, etc.
De seguida, lemos o 3º parágrafo da página 81 do manual que continha a definição de experiência valorativa. Entendemos por experiência valorativa o acto pelo qual atribuímos e nos apercebemos dos valores, isto é, o modo como os sentimos e captamos ao contactar com os diferentes objectos, situações ou pessoas, levando-nos a considerar tais objectos, situações ou pessoas de uma maneira diferente: com dado valor – bom ou mau, belo ou feio, justo ou injusto, etc.
Seguidamente passámos para o 2º objectivo de aula – compreender a importância dos valores na vida humana. Os valores orientam o nosso projecto de vida, influenciam as nossas decisões e marcam a nossa compreensão do mundo.
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